Paulo Pereira

Em 2002 vivi uma das maiores experiências da minha vida de jornalista: o Campeonato do Mundo da Coreia/Japão. Toda uma nova experiência, um novo mundo. Um dos episódios mais caricatos aconteceu quando eu e o meu colega e cameraman João Pedro Matoso decidimos subir a um dos maiores arranha-céus de Seul, para fazermos umas imagens da cidade. Aproveitámos o facto de no último piso haver um restaurante para acedermos ao telhado, assim a modos de “porta do cavalo”.
Estava a correr tudo bem, não fosse abrirmos a porta e darmos de frente com militares sul-coreanos que nos apontavam armas e que diziam tudo e mais alguma coisa, sem que percebêssemos o que estavam a dizer. Não nos restou outra alternativa que não voltar para trás, de rabinho entre as pernas, porque os senhores não estavam para brincadeiras.
Gostava de lá voltar um dia, aliás tenho dois amigos que por lá estão nesta altura e cada vez que vejo as fotos que enviam através das redes sociais “bate uma saudade”, como diz o brasileiro.
Outro dos momentos marcantes aconteceu mesmo no início da minha vida na TVI: estávamos em 1998 e, juntamente com o meu colega e cameraman Rui Romão, estivemos em Paris onde entrevistámos Kobe Bryant, na altura “quase” um desconhecido. Foi o único entrevistado a quem pedi um autógrafo numa t-shirt, que infelizmente já perdi (numa mudança de casa, ficou pelo caminho). Esse mesmo que agora acaba de ganhar um óscar. Uma estrela global.


Jornalista na TVI desde 1997, onde o podemos ver como apresentador do programa Mais Bastidores, depois de passar pela Rádio Mais e pela Central FM. Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail

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