Sérgio Duarte

No Farense, tínhamos ali um grupo de brasileiros e dávamo-nos muito bem com os portugueses, havia um grupo muito bom. Sempre gostei de tocar alguns instrumentos, de cantar e o pessoal gostava muito disso. Houve uma época, na altura do Carnaval, em que tivemos uma folga e, em conjunto com os jogadores portugueses, combinámos um jogo. Marcámos esse jogo para o ginásio do Farense.

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Ruben Alves

Para o meu filme A Gaiola Dourada consegui convencer o Pedro Miguel Pauleta a participar. Fiquei super feliz e o meu produtor estava histérico porque era grande fã. No dia de gravações com ele no Douro, toda a equipa francesa estava à espera do fim do dia ansiosa para ir pedir uma foto à “Águia dos Açores” do Paris Saint-Germain.

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Cau

Estava no Campomaiorense com o Carlos Manuel e fomos jogar com o Rio Ave a Vila do Conde. Antes de irmos, uma semana antes, pedi se podia levar o meu carro. Como sou do Porto, sempre que íamos ao Norte pedia ao massagista, ao médico ou a alguém da Direcção do clube para me levar o carro. Eu ia juntamente com os meus colegas no autocarro e assim ficava com o carro para passar o

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Catarina Beato

Até aos meus 24 anos era muito assídua no Estádio de Alvalade. Ia sempre à bola ver o Sporting, comprava o bilhete anual e ia praticamente a todos os jogos. Quando fiquei grávida do Gonçalo continuei a ir ao estádio, apesar de as emoções serem mais difíceis de gerir e tinha sempre a sensação de que o bebé ia sair a qualquer momento.

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Gil

Esta história é sobre o troféu que o Rui Costa tem na galeria e que metade é meu! Fomos a um torneio em Espanha com o Benfica, que ganhámos, e na atribuição dos troféus acabámos empatados com o mesmo número de golos, então a organização decidiu chamar-nos e entregou apenas um troféu. Eu e o Rui Costa olhámos um para o outro e decidimos descer as escadas do estádio e oferecer o troféu ao

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Valete

A história que eu tenho é sobre o Figo, 1995, creio eu, acho que é o último ano que ele faz no Sporting. Eu era um adolescente e naturalmente idolatrava o grande jogador do meu clube, que era o Luís Figo. Já via muito futebol naquela altura e duvido que em 1995 alguém tivesse jogado mais futebol que o Figo no mundo, duvido. Tinhas grandes jogadores nessa altura, um Romário, um Roberto Baggio,

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Guilherme Farinha

Em 1992, era seleccionador dos Sub-17 da Guiné-Bissau. Com essa selecção, ainda como Sub-16, fomos a Portugal para os primeiros Jogos dos Países de Língua Portuguesa e ganhámos à selecção portuguesa na final, no Estádio do Jamor, por 1-0, ao Carlos Queiroz, Nelo Vingada, Costa, etc., todo o staff dessa selecção que tinha sido campeã europeia.

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Allen Halloween

Uma vez fui ver a bola. Era o jogo do título. Passado 18 ou 19 anos, não sei bem, o Sporting podia finalmente voltar a ser campeão nacional. O Sporting jogava fora contra… também não me lembro e não me apetece ir agora ao Google ou ligar a algum maluco, daqueles que decoram tudo sobre o futebol mas nem sabem quando é que os filhos fazem anos. Mas tá-se bem, também não interessa.

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Edinho

Recordo um episódio com o Ivkovic num Vitória de Guimarães-Belenenses, no D. Afonso Henriques. O nosso treinador era o Jaime Pacheco e no Belenenses também jogava o Paulo Madeira, que tinha ido do Benfica para lá. O Ivkovic estava chateado porque achava que o árbitro estava “roubando” para a gente. Quando fomos para intervalo o Ivkovic veio ter comigo e disse-me:

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Pedro Chagas Freitas

Fui craque dos pelados, onde as feridas doem mais fundo e onde ninguém se atirava para o chão, durante mais de uma década. Quando jogava no Clube Caçadores das Taipas, ainda no escalão de juvenis, tinha como grande referência o gigante Fernando Redondo, mágico trinco (posição que eu ocupava na maioria das vezes) do Real Madrid e da selecção argentina. Procurava, como qualquer

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Nandinho

No Vitória de Guimarães, numa altura em que estávamos a lutar para não descer de divisão, o presidente e o treinador resolveram contratar o famoso bruxo Alexandrino. De vez em quando reuniamo-nos para ele dar lá as palestras dele e houve um dia em que juntou todos os convocados para esse jogo à volta de uma mesa, com a sala à média luz, tudo em silêncio e ele começa a passar

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David Cristina

É fácil fazer pouco dos emigrantes por serem obcecados com tudo o que é português, desde o galo de Barcelos às tunas. É fácil achar esta saudade bacoca, sinónimo de falta de educação. Isto é, claro, até se passar vários anos fora de Portugal como emigrante. Aí chegamos à brilhante conclusão que nem doutorados escapam à doença que é a Selecção nacional para quem vive fora de Portugal.

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Xavier

Quando jogava no Feirense as coisas não me estavam a correr bem e em Janeiro surgiu a hipótese de ir para o Leixões. E acabei por ir, porque queria ter mais oportunidades para jogar. Na altura o Leixões não estava muito bem, estava em zona de descida, e logo na primeira semana, no último treino antes do jogo, estávamos a treinar bolas paradas e de repente vejo 30 ou 40 adeptos a descer as bancadas

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João Nuno Coelho

Tinha 6 anos. Acabara de entrar para a primeira classe na escola primária e ainda estava na fase de adaptação à nova realidade e aos colegas. Para mais, com as minhas botas ortopédicas (por causa do pé raso) e os meus óculos de lentes grossas não era uma escolha muito prometedora para os jogos de futebol no recreio.

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Ricardo Nascimento

Quando estava na Coreia do Sul fui inaugurar uma loja da Adidas, que era o principal patrocinador da nossa equipa, com uns sete ou oito colegas. Fomos para uma rua que, como lá acontece em todo o lado, era muito povoada. Tinha muita gente, mas muita gente mesmo, era uma coisa impressionante. O autocarro estacionou um pouco afastado da loja, nós saímos e quando dou por mim estava no meio

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Chakall

O Maradona ainda jogava, tinha voltado ao Boca Juniors, foi entre 1995 e 96. Eu era crítico de música, também sou jornalista de formação, e na altura quando vinham bandas à Argentina, como era muito amigo de label managers das companhias discográficas e já tinha ligação com a comida, conhecia bons restaurantes, então era convidado a fazer de cicerone. Estive com o Jimmy Page e o

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Anselmo

Quando fui para o Estrela da Amadora, na primeira jornada calhou-nos o FC Porto fora. Foi especial fazer a minha estreia logo naquele ambiente. Na época seguinte marquei no Estádio do Dragão e ganhámos 1-0. Foi também o meu primeiro golo a um clube grande. Entrei a uns 20 minutos do fim e antes de fazer o golo até falhei uma oportunidade soberana. Lembro-me que na jogada a seguir o FC

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Miguel 7 Estacas

Quando era mais pequeno, com seis ou sete anos, acompanhava o meu pai a alguns jogos de uma divisão distrital. E quando se fala em arbitragens corruptas acho que assisti a uma que bate todos os níveis. Estávamos a assistir a um jogo que era decisivo para as duas equipas. Era num campo pelado, no meio de um pinhal, e há um remate em que a bola bate num eucalipto que ficava atrás de uma das

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João Tomás

Nos meus tempos no Benfica ficava sempre no quarto com o Bossio e havia uma pessoa que ia aos quartos ver se estava tudo bem. E antigamente quando tiravas o cartão, aquela chave plástica, a luz apagava-se logo. Era a televisão e as luzes, desligava-se tudo. Agora nem sempre é assim, já estive em hotéis em que às vezes demora para aí um minuto.

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Slimmy

A minha história relacionada com futebol começa muito cedo, vem do divórcio dos meus pais quando tinha cinco anos. Somos três irmãos, três pilas, o nosso programa de fim-de-semana era irmos às Antas. Mesmo com os meus pais divorciados, almoçávamos juntos, isto na altura em que os jogos começavam às 15h00, depois a minha mãe ia com os meus irmãos para a bancada, eu ia para os

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