Jorge Gabriel

No meu primeiro ano como treinador, era adjunto no agora famoso Arouca. As minhas viagens no campeonato distrital de Aveiro estão repletas de peripécias dignas de um livro.
Das mais caricatas recordo um encontro com o Sporting de Fermentelos que ganhámos sem contestação por 3-0, num campo muito ajeitadinho para um campeonato deste nível. Sucedeu, porém,

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Nelson Veiga

Quando cheguei ao Vitória de Setúbal foi no ano em que o meu primo, o José Rui, saiu do clube. Estávamos na I Divisão, o meu primo também já tinha sido treinado pelo técnico que tínhamos na altura, e fez uma cachupa na casa dele. Convidou-me a mim, ao Sandro, ao Hélio, ao meu treinador e ao adjunto. Comemos uma grande cachupada, foi um espectáculo. Nessa semana fomos jogar ao

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Filipe Lopes Gonçalves

“Onde é que estavas na final do Euro 2016?” A pergunta vai entrar nas conversas dos portugueses durante muitos anos. E é um privilégio poder responder que estava no segundo melhor local possível a seguir ao relvado: as bancadas do Stade de France.
No dia da final, os directos à porta da “casa” da Selecção em Marcoussis começaram cedo.

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Mozer

Quando fui transferido para o Marselha, ao chegar lá, quando começou o campeonato, tinha um colega que era um grande jogador, o artilheiro da equipa, o Jean-Pierre Papin, e em todos os jogos que fazíamos em casa ele dizia-me que ali é que havia pressão, que o estádio ia estar lotado e todo o mundo ia pressionar. E isto acontecia antes de começar todos os jogos, mandava esta historinha para

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Salvador Agra

No Braga, quando o treinador era o Sérgio Conceição, na recta final da época 2014/15 já tínhamos atingido a final da Taça de Portugal e o quarto lugar estava praticamente garantido. Faltavam quatro ou cinco jogos e tínhamos uns dez pontos de vantagem sobre o Vitória, mas as coisas não estavam a sair bem. Íamos perdendo e empatando e o Guimarães cada vez mais perto de nós.

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Fernando Seara

Eu e o saudoso Eusébio da Silva Ferreira, o King, fomos convidados para ir ao aniversário do Santa Clara, em Ponta Delgada. Fomos de avião e o nosso Eusébio começou a contar peripécias da sua vida de jogador, de goleador, de grande avançado do Benfica e da Selecção. E relatou pela primeira vez, segundo ele disse, todas as peripécias do Portugal-Coreia do Norte, do Mundial de ’66.

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José Nunes

Último jogo da temporada 93/94. Finalíssima da Taça de Portugal, entre Sporting e Porto. Sporting e Porto que tinham empatado 0-0, dias antes, obrigando a que a final, que, na altura, não se decidia em penaltis, tivesse de ser repetida.
Porto, comandado por Bobby Robson, treinador despedido pelo Sporting (nunca o tinha sido, até então,

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Geovanni

A situação mais diferente que vivi no Benfica foi à chegada. Já conhecia o clube e quando cheguei dei uma entrevista e falei que ia ser campeão no Benfica. E algumas pessoas falaram:
– Ó Geovanni, você sabe o que é que você falou? Você falou que ia ser campeão no Benfica mas tem dez anos que o Benfica não vence.

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Filipe Dias

O jornalismo dá-nos o melhor da vida: histórias. As minhas começaram no Restelo, a acompanhar o Belenenses treinado pelo Marinho Peres, na viragem do século. Tive sorte. O Belém é um clube de afectos e tinha uma equipa gira, cheia de figuraças, mas nenhuma mais colorida que a do treinador. De repente, a meio da época 2000/01, há uma “sarrafusca” e eu metido ao barulho. O problema era…

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Marco Aurélio

Jogava no Palermo, fui para o Cosenza e um dia cheguei a casa e tinha uma carta da polícia. Queriam que prestasse informações sobre um caso, não sabia o que era. Fui ao clube, liguei e disseram que não me davam informações por telefone. Tive de ir a Palermo. Era longe, de avião era ruim de fazer. Era mais fácil ir de carro e acabei por ir assim. Demorei umas quatro horas para chegar. Cheguei e

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Pires

Em Angola, logo quando cheguei ao aeroporto, pude ver toda aquela pobreza e foi um choque. Já contava com isso, mas viver aquela realidade é diferente. Cheguei a Luanda, que é um caos em termos de trânsito, e levaram-me para o hotel. Dali fomos para o Kilamba, uma cidade construída pelos chineses que fica a 30 kms e era perto dos campos de treino. Era aí que ficava com o Oliveira, o

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José Guilherme Aguiar

Como dirigente do FC Porto durante cerca de 15 anos, tive naturalmente momentos marcantes e inesquecíveis. Nenhum, porém, como a final da Taça dos Campeões Europeus da época 1986/1987, que o Porto foi jogar a Viena, no Estádio do Prater, em 27 de Maio de 1987, onde perante 62 mil espectadores o FC Porto bateu o poderosíssimo (já o era) Bayern de Munique, conquistando o primeiro

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Luís Freitas Lobo

O tempo de espera na tribuna do Frankenstadion de Nuremberga parecia interminável. A ansiedade de ver e sentir Portugal voltar a jogar, 40 anos depois da epopeia de 66, os oitavos-de-final de um Mundial quase que torna o maior futbólogo insensível ao facto de, durante esses momentos, estar lado a lado com monstros como Beckenbauer ou Platini.

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Jorge Couto

Quando jogava no FC Porto marquei um golo ao Sporting em Alvalade. Foi em 1990, por aí. Foi um golo bonito, de belo efeito, um chapéu praticamente do meio-campo.
Durante os festejos caí no chão e os meus colegas vieram abraçar-me. Veio o primeiro, veio o segundo, deitaram-se por cima de mim, veio o terceiro e quando o André chegou já não havia espaço

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Lara Afonso

Uma vez, era eu miúda, passei pelo Mozer em Cascais, ainda ele jogava no Benfica, e achei por bem cumprimentá-lo. Falámos um bocado, conversa de circunstância, dissemos adeus e cada um seguiu para seu lado. Como estava com o meu irmão, comento de imediato com ele o que tinha acabado de acontecer e digo isto:

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João Vieira Pinto

Esta situação passou-se com o falecido Jorge de Brito, presidente do Benfica, em que estive toda a noite a falar com ele e com o major Valentim Loureiro, numa altura em que estava no Boavista. Foi quando cheguei a acordo com o Benfica para ir para lá, e estive praticamente uma noite sem dormir. Eu e o major queríamos tratar da transferência e não havia maneira do presidente do Benfica puxar o

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Wilson

Fomos fazer um jogo ao Gana, eu e o meu irmão Walter estávamos a representar Angola e na altura era o Prof. Neca que estava à frente da equipa. O jogo correu dentro da normalidade, estivemos a ganhar 1-0, com um golo do Paulão, mas o Gana acabou por ganhar por 2-1, e geralmente no fim do jogo os jogadores cumprimentam-se e dirigem-se para o balneário para tomar banho e ir embora.

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Nuno Dias

Considero-me de tal modo um verdadeiro apaixonado por futebol, que no momento em comecei a escrever este texto já tinha visto excertos do Inter-Cagliari, Athletic-Real Sociedad, Southampton-Burnley, Wolfsburg-Leipzig e agora estou a ver o Gijón-Valência. Acabei por ver ainda o Villarreal-Celta, o Chievo-Milan e a Académica a tombar o Belenenses na Taça de Portugal.

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Manuel João Vieira

Comecei a jogar futebol com seis ou sete anos, na escola, e era bastante aselha. No liceu Pedro Nunes era sempre defesa e nunca deixava passar a parte contrária. Não deixava mesmo passar. Levava botas em vez de ténis também.
Uma vez participei num jogo em que tive o melhor remate da minha história e marquei um golo sem

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Marlon Brandão

A história que tenho para contar é uma coisa engraçada mas o que eu fiz foi muito perigoso e o Alfredo é que me salvou. Não me lembro bem do ano, foi em 1990 ou 1991. Tínhamos jogo no domingo, às 15 horas, e às 11 tínhamos de nos apresentar para almoçar. O que é que aconteceu? Eu estava com o meu cachorro, a minha esposa já estava no Brasil de férias, isto foi em Abril ou em Maio, e desci à rua

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