Anselmo

Quando fui para o Estrela da Amadora, na primeira jornada calhou-nos o FC Porto fora. Foi especial fazer a minha estreia logo naquele ambiente. Na época seguinte marquei no Estádio do Dragão e ganhámos 1-0. Foi também o meu primeiro golo a um clube grande. Entrei a uns 20 minutos do fim e antes de fazer o golo até falhei uma oportunidade soberana. Lembro-me que na jogada a seguir o FC

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Miguel 7 Estacas

Quando era mais pequeno, com seis ou sete anos, acompanhava o meu pai a alguns jogos de uma divisão distrital. E quando se fala em arbitragens corruptas acho que assisti a uma que bate todos os níveis. Estávamos a assistir a um jogo que era decisivo para as duas equipas. Era num campo pelado, no meio de um pinhal, e há um remate em que a bola bate num eucalipto que ficava atrás de uma das

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João Tomás

Nos meus tempos no Benfica ficava sempre no quarto com o Bossio e havia uma pessoa que ia aos quartos ver se estava tudo bem. E antigamente quando tiravas o cartão, aquela chave plástica, a luz apagava-se logo. Era a televisão e as luzes, desligava-se tudo. Agora nem sempre é assim, já estive em hotéis em que às vezes demora para aí um minuto.

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Slimmy

A minha história relacionada com futebol começa muito cedo, vem do divórcio dos meus pais quando tinha cinco anos. Somos três irmãos, três pilas, o nosso programa de fim-de-semana era irmos às Antas. Mesmo com os meus pais divorciados, almoçávamos juntos, isto na altura em que os jogos começavam às 15h00, depois a minha mãe ia com os meus irmãos para a bancada, eu ia para os

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António-Pedro Vasconcelos

O primeiro jogo de futebol que vi na minha vida ficou-me gravado como uma das memórias mais vivas da minha infância. Eu ainda não tinha feito oito anos e vivia em Coimbra, para onde o meu pai, juiz, tinha sido destacado um ano antes. Um amigo dele, um tipo mundano que tinha o famoso Citroën do tempo da guerra, trouxe-nos a Lisboa para ver o Portugal-Espanha, que a “equipa das quinas”, como se

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Ricardo Costa

Houve momentos no meu último ano no Valência em que foi muito difícil. No primeiro jogo na Liga Europa, com o Swansea em casa, o Rami foi expulso aos dez minutos e, de um momento para o outro, 1-0, 2-0, 3-0, os adeptos sempre a assobiar e já pensava “quando isto acabar vai haver uma confusão dos diabos.” Mal acabou o jogo, que perdemos 3-0, levámos com very-lights dentro do balneário,

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Guilherme Fonseca

Para ser completamente honesto, o que estou a fazer aqui é batota. A história que vos vou contar é tanto minha como do Fernando Alvim e aposto que ele nem sabe que é personagem secundário nisto. Mas aqui vai.
Cresci ao pé do estádio do Benfica. É por essa razão – e só essa – que sou do Benfica. É pouco

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Veloso

No Benfica tínhamos um jogador com a mania que era o Michael Jackson. Esse jogador era o Neno e todos os dias, antes do treino, nós tínhamos sempre um show dado por ele. Já tinha a cor do Michael Jackson, um bocadinho mais escuro, o cabelo também, e então como ele usava sempre umas calças justas pretas para treino, enfiava depois por cima umas cuecas brancas, punha uma fita à volta da

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José Rachão

Há duas histórias que se passaram comigo no Académico de Viseu, uma como jogador e outra como treinador, que acho que são bastante giras. A primeira como jogador. Estávamos a disputar o campeonato, na altura na I Divisão, e substituíram o treinador. Veio um argentino, até recomendado pelo Di Stéfano, chamado Gustavo Silva. Uma das coisas que ele fez logo foi colocar os jogadores a

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Vasco Correia

Serve este Relato para pedir desculpas públicas por um fenómeno que se tornou viral e que receio bem ter sido eu a iniciá-lo. Estou a falar de ouvir o relato de um jogo através da rádio, enquanto vemos jogos de futebol na esplanada, o que nos coloca num futuro de cerca de 45 segundos a um minuto à frente de toda a gente à nossa volta.

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Joaquim de Almeida

Fiz-me sócio do Benfica quando era miúdo. Lembro-me sempre do meu número de sócio, era o 64856. Já me disseram que se pagasse as quotas todas em atraso ficava com o número dois mil e tal. Ia sempre para o terceiro anel com uns amigos que viviam aqui à minha frente e às vezes também com os meus primos. Nessa altura tinha seis ou sete anos, estamos a falar por volta de 1963, e era o

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Mário Jardel

Champions League, 2000/2001. Perdíamos 2-0 na primeira mão dos quartos-de-final, jogava pelo Galatasaray contra o poderoso Real Madrid. Na palestra do intervalo, com a derrota, o treinador Lucescu comunicou que ia substituir-me. Hagi, o capitão de equipa, prontamente saltou e disse: “Jardel não sai!! Sai qualquer um, menos o Mário!”

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Manuel Alegre

Os primeiros jogos que vi foram na minha terra, do Recreio de Águeda, mas o primeiro jogo importante que vi foi um Académica-Benfica, ainda no Campo de Santa Cruz, nos anos 40, em que houve uma cena da qual nunca mais me esqueci. A certa altura, houve uma agressão recíproca do Faustino, Coronel Faustino, que era o capitão da Académica, e do Teixeira, o marreco, que era do Benfica:

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Shéu

Quando tinha 18 anos fui convocado pela primeira vez para acompanhar a equipa principal do Benfica. Partíamos numa segunda-feira e nesse mesmo dia tinha a inspecção militar. Perante uma situação destas, o que é que uma pessoa faz? Tinha a inspecção militar, que era uma coisa importante, e estava convocado, que era ainda mais importante. Eu próprio decidi faltar à inspecção militar e fui com

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Tony

Macacadas há muitas, mas histórias de futebol mesmo tenho uma que me marcou muito no Paços de Ferreira. Recebemos o Estoril, estávamos empatados 1-1, o jogo parou por causa do nevoeiro quando faltavam oito minutos e jogámos esse período no dia a seguir. Em oito minutos ninguém pensa em mudar nada. O treinador era o Paulo Fonseca e nesse dia fomos fazer o aquecimento no campo de

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Joana Marques

Lisboa, meados de 1992 ou coisa que o valha (não dava para jornalista, sou péssima para informações exactas): no recreio do colégio falava-se de futebol, e os meus amigos perguntavam-me de que clube era. “Porto!”, atirei eu, prontamente. “Porto!?!?” ergueram-se as vozes (dentro do que é possível erguer quando estamos na pré-primária). Perante os olhares acusatórios, saquei do meu melhor bluff e disse,

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Jorge Gabriel

No meu primeiro ano como treinador, era adjunto no agora famoso Arouca. As minhas viagens no campeonato distrital de Aveiro estão repletas de peripécias dignas de um livro.
Das mais caricatas recordo um encontro com o Sporting de Fermentelos que ganhámos sem contestação por 3-0, num campo muito ajeitadinho para um campeonato deste nível. Sucedeu, porém,

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Nelson Veiga

Quando cheguei ao Vitória de Setúbal foi no ano em que o meu primo, o José Rui, saiu do clube. Estávamos na I Divisão, o meu primo também já tinha sido treinado pelo técnico que tínhamos na altura, e fez uma cachupa na casa dele. Convidou-me a mim, ao Sandro, ao Hélio, ao meu treinador e ao adjunto. Comemos uma grande cachupada, foi um espectáculo. Nessa semana fomos jogar ao

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Filipe Lopes Gonçalves

“Onde é que estavas na final do Euro 2016?” A pergunta vai entrar nas conversas dos portugueses durante muitos anos. E é um privilégio poder responder que estava no segundo melhor local possível a seguir ao relvado: as bancadas do Stade de France.
No dia da final, os directos à porta da “casa” da Selecção em Marcoussis começaram cedo.

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Mozer

Quando fui transferido para o Marselha, ao chegar lá, quando começou o campeonato, tinha um colega que era um grande jogador, o artilheiro da equipa, o Jean-Pierre Papin, e em todos os jogos que fazíamos em casa ele dizia-me que ali é que havia pressão, que o estádio ia estar lotado e todo o mundo ia pressionar. E isto acontecia antes de começar todos os jogos, mandava esta historinha para

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