Carlos Mendes

Vou contar a única coisa engraçada que me aconteceu num campo de futebol. Passava-se o ano em que o Pedro Santana Lopes era presidente do Sporting e nessa altura o Jorge Fernando, juntamente com o José Carvalho, agarraram numa série de cantores e compositores que fossem do Sporting e resolveram fazer um disco que, se não estou em erro, chamava-se A garra do Leão. Até deu uma

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Rebelo

Quando estava no Estrela da Amadora e fomos à final da Taça de Portugal, precisámos de jogar uma finalíssima contra o Farense. Depois do primeiro jogo ficámos a estagiar num hotel junto ao autódromo do Estoril. Do hotel dava mesmo para ver o autódromo.
Nesse intervalo entre as duas finais, há uma célebre noite em que pedi ao Alves para nos emprestar o

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

André Pereira

O Shéu fez-me um desenho. Foi em 1998, num convívio da casa do Benfica de Leiria, e o desenho que o Shéu me fez é o que mais me desenha a lembrança. O pai do Mário foi buscar-nos a um jantar do SCL Marrazes, o meu negro clube onde jogava eu e o Mário. Éramos putos, eu tinha 13 anos. Hesitei em ir, por vergonha de estar com os maiores, mas a amizade pelo Mário e o sorriso do pai do Mário lá

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

João Alves

Aconteceu-me uma história muito caricata e rara de acontecer, mas aconteceu. Fui expulso num jogo, eu e o meu pai. Eu jogava no Chaves, clube da minha terra, estávamos na II Liga. Jogo contra a Naval 1.º Maio, salvo erro. O meu pai é bombeiro e estava de serviço a esse jogo, como maqueiro.
No jogo, levei um amarelo que não devia ter levado mas o árbitro achou que eu fiz falta e levei amarelo.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Nuno Camarneiro

Enquanto decorria o Mundial de 2014 viajei até ao Brasil para apresentar um livro. Andei pelo Rio de Janeiro, assisti aos adeptos croatas que lançavam fogo-de-artifício na praia de Copacabana aos adeptos argentinos que, em plena crise, tentavam arranjar dinheiro para a viagem de regresso vendendo artesanato ou cantando nas ruas e fui acompanhando os meus amigos cariocas,

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Dyego Sousa

Em 2011, terminei o meu contrato com o Leixões e no final da época surgiu uma proposta para ir para Angola, para o Interclube. Fui conversar com o presidente num hotel em Lisboa e ficou tudo certo, as passagens e essas coisas, mas ele não queria falar do contrato, só queria que fosse até Angola para ver as infraestruturas do clube e dizia que em termos de valores não me ia arrepender porque ia ser

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Luís Costa Branco

O futebol é bem capaz de ser uma das atividades que mais prazer me dá. Mais do que ver, gosto de jogar. E se recuar até às minhas memórias mais distantes, há sempre uma bola que aparece. Seja nos jogos na escola primária, seja nos jogos de rua com as pedras da calçada a fazerem de baliza, seja nas ‘futeboladas’ feitas no aquecimento dos treinos de judo – modalidade que acabou por ser aquela que

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Fernando Gomes

Estreei-me no campeonato pela equipa sénior do FC Porto com 17 anos e com dois golos, que deram uma vitória por 2-1 frente à CUF. Até hoje ninguém marcou dois golos na estreia com esta idade e só passados 43 anos é que um jogador do FC Porto marcou na estreia com 17 anos!
Mais tarde, fui contratado pelo Sporting de Gijón ao FC Porto durante a pré-época. Já tinha assinado o

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Keso

Cresci num bairro social, no centro da cidade do Porto, algures entre a Ribeira e o Aleixo, e, como qualquer miúdo deste pedaço de margem do Douro, já nasci Dragão. O meu ano de nascimento corresponde ao ano de fundação dos Super Dragões, claque do Futebol Clube do Porto, pedaço de bancada fundamental (O Tribunal) para a história do clube e também para a minha história.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Vicente Lucas

Cheguei cá e venci. O meu irmão já cá estava. O Matateu era único. Até agora é único. Nem Eusébio, nem Cristiano Ronaldo, nem Messi, nem ninguém. Não apareceu outro jogador como ele.
Cheguei com 17 anos e não sabia o que era jogar na relva. O único campo relvado era o do Belenenses, nas Salésias. Tive de habituar-me também às chuteiras e às bolas de cautchú. Cabeceava

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

André Nunes

Desde miúdo que fui um apaixonado desenfreado pelo futebol, tendo em conta que pelos meus 13/14 anos já estava a partir uma cadeira com a derrota do Benfica na Europa… Está bem que era uma cadeira alentejana (daquelas pequeninas de madeira), mas para o meu tamanho na altura já era uma cadeira considerável. E cheguei a verter uma lágrima por cada golo do mítico quatro a quatro do

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Artur Jorge Vicente

Comecei a jogar futebol perto de casa, no Vitória de Lisboa. Aos 20 anos jogava no SL Olivais, nos Distritais, e trabalhava nas obras como ajudante de ladrilhador. Três anos depois assinei pelo Sporting. Pelo meio joguei no Fanhões, na II Divisão B, e dali fui para o Beja. O presidente, o José António Chalaça, que vivia em Loures, levou-me. Na altura o treinador era o Diamantino Miranda e tínhamos

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Ana Sousa Dias

Barcelona, abril de 2006. Ofereceram-me um bilhete para o jogo Barcelona – Benfica e lá fui eu, sem prática de idas a estádios e sem nunca ter posto antes os pés no Camp Nou. Comprei bilhete de ida e volta num daqueles aviões fretados por benfiquistas e pensei: nada mal, posso passear em Barcelona toda a manhã. Engano, ficámos parados na pista durante três horas. Mas o ambiente era divertido, um

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Ricky

Tinha acabado o contrato com o Estrela da Amadora depois do meu segundo ano no clube. Estava em casa, no Monte do Estoril, e o presidente do Beira-Mar ligou-me. Eram umas três horas da tarde. E ele disse-me:
– Ricky, quero que venha a Aveiro para conversarmos. Você é um jogador livre e estamos interessados

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Fernando Alvim

Há cerca de 20 anos, ainda vivia no Porto, trabalhava na rádio, estava na faculdade, e para ganhar a vida fui speaker do FC Porto. Sou benfiquista. O que a malta faz pela vida… Basicamente, tinha de animar a claque portista, como se precisasse de animação, tinha de saber aqueles cânticos, tipo “e quem não salta é lampião”, coisas assim. Também sabia que se aquilo falhasse um dia eu morria,

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Odair

No ano em que fiz dez golos pelo Braga no campeonato, quando fomos jogar contra o Benfica, na Luz, estávamos a perder 1-0 e o Artur Jorge filho, que hoje joga no Braga, na altura era miúdo, devia ter uns cinco anos, entrou na sala e perguntou o resultado à mãe, a mulher do Artur Jorge, meu colega de equipa. A mãe respondeu que o Braga estava a perder 1-0 e ele disse: “não há problema, daqui a

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Sofia Ribeiro

Tenho uma relação pouco comum com o futebol. Se calhar, a maioria das pessoas tem uma segunda equipa. Normalmente são de um dos três grandes e depois, por algum motivo, simpatizam com outra equipa mais pequena. No meu caso, sou do Sporting. O meu pai é sportinguista e passei a torcer pelos leões desde pequenina por ter essa referência em casa. Entretanto, como vivi muitos anos no Porto,

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Maciel

Quando cheguei ao FC Porto, muitos jogadores tomavam cafeína para ficarem mais alerta no jogo e tal, essas coisas. É normal, todo o mundo toma. Fui tomar uma cafeína, meu irmão, e travou a minha barriga, a bexiga. O jogo era até nas Antas. Aí, com o jogo rolando, fui lá no banco fingindo que estava machucado. E aí o Mourinho:

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Daniel Cardoso

Sou provavelmente um dos piores adeptos de futebol do Mundo. Vejo com gosto jogos da Selecção, mas o clubismo e as ligas/taças nacionais não me convencem. Sou benfiquista por simpatia familiar, já que tenho uma mãe ferrenha pelo clube e tive uma avó que até poemas publicados no jornal do Benfica teve, lá para os anos 50 ou 60, mas do Benfica sei pouco e sigo pouco.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Ukra

Quando cheguei à Arábia, antes de arranjar casa meteram-me num hotel Lilly. Na primeira noite tudo bem, no segundo dia também tudo bem. Os nossos treinos eram tarde, às 20h30 ou 21h. O treinador era o Sá Pinto, fui para lá através dele. Saía do quarto, acho que foi no meu terceiro dia lá, deixava o ar condicionado ligado para estar sempre fresco, mas nesse dia entro no quarto e estava um calor

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler