Guilherme Farinha

Em 1992, era seleccionador dos Sub-17 da Guiné-Bissau. Com essa selecção, ainda como Sub-16, fomos a Portugal para os primeiros Jogos dos Países de Língua Portuguesa e ganhámos à selecção portuguesa na final, no Estádio do Jamor, por 1-0, ao Carlos Queiroz, Nelo Vingada, Costa, etc., todo o staff dessa selecção que tinha sido campeã europeia.

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Allen Halloween

Uma vez fui ver a bola. Era o jogo do título. Passado 18 ou 19 anos, não sei bem, o Sporting podia finalmente voltar a ser campeão nacional. O Sporting jogava fora contra… também não me lembro e não me apetece ir agora ao Google ou ligar a algum maluco, daqueles que decoram tudo sobre o futebol mas nem sabem quando é que os filhos fazem anos. Mas tá-se bem, também não interessa.

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Edinho

Recordo um episódio com o Ivkovic num Vitória de Guimarães-Belenenses, no D. Afonso Henriques. O nosso treinador era o Jaime Pacheco e no Belenenses também jogava o Paulo Madeira, que tinha ido do Benfica para lá. O Ivkovic estava chateado porque achava que o árbitro estava “roubando” para a gente. Quando fomos para intervalo o Ivkovic veio ter comigo e disse-me:

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Pedro Chagas Freitas

Fui craque dos pelados, onde as feridas doem mais fundo e onde ninguém se atirava para o chão, durante mais de uma década. Quando jogava no Clube Caçadores das Taipas, ainda no escalão de juvenis, tinha como grande referência o gigante Fernando Redondo, mágico trinco (posição que eu ocupava na maioria das vezes) do Real Madrid e da selecção argentina. Procurava, como qualquer

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Nandinho

No Vitória de Guimarães, numa altura em que estávamos a lutar para não descer de divisão, o presidente e o treinador resolveram contratar o famoso bruxo Alexandrino. De vez em quando reuniamo-nos para ele dar lá as palestras dele e houve um dia em que juntou todos os convocados para esse jogo à volta de uma mesa, com a sala à média luz, tudo em silêncio e ele começa a passar

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David Cristina

É fácil fazer pouco dos emigrantes por serem obcecados com tudo o que é português, desde o galo de Barcelos às tunas. É fácil achar esta saudade bacoca, sinónimo de falta de educação. Isto é, claro, até se passar vários anos fora de Portugal como emigrante. Aí chegamos à brilhante conclusão que nem doutorados escapam à doença que é a Selecção nacional para quem vive fora de Portugal.

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Xavier

Quando jogava no Feirense as coisas não me estavam a correr bem e em Janeiro surgiu a hipótese de ir para o Leixões. E acabei por ir, porque queria ter mais oportunidades para jogar. Na altura o Leixões não estava muito bem, estava em zona de descida, e logo na primeira semana, no último treino antes do jogo, estávamos a treinar bolas paradas e de repente vejo 30 ou 40 adeptos a descer as bancadas

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João Nuno Coelho

Tinha 6 anos. Acabara de entrar para a primeira classe na escola primária e ainda estava na fase de adaptação à nova realidade e aos colegas. Para mais, com as minhas botas ortopédicas (por causa do pé raso) e os meus óculos de lentes grossas não era uma escolha muito prometedora para os jogos de futebol no recreio.

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Ricardo Nascimento

Quando estava na Coreia do Sul fui inaugurar uma loja da Adidas, que era o principal patrocinador da nossa equipa, com uns sete ou oito colegas. Fomos para uma rua que, como lá acontece em todo o lado, era muito povoada. Tinha muita gente, mas muita gente mesmo, era uma coisa impressionante. O autocarro estacionou um pouco afastado da loja, nós saímos e quando dou por mim estava no meio

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Chakall

O Maradona ainda jogava, tinha voltado ao Boca Juniors, foi entre 1995 e 96. Eu era crítico de música, também sou jornalista de formação, e na altura quando vinham bandas à Argentina, como era muito amigo de label managers das companhias discográficas e já tinha ligação com a comida, conhecia bons restaurantes, então era convidado a fazer de cicerone. Estive com o Jimmy Page e o

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Anselmo

Quando fui para o Estrela da Amadora, na primeira jornada calhou-nos o FC Porto fora. Foi especial fazer a minha estreia logo naquele ambiente. Na época seguinte marquei no Estádio do Dragão e ganhámos 1-0. Foi também o meu primeiro golo a um clube grande. Entrei a uns 20 minutos do fim e antes de fazer o golo até falhei uma oportunidade soberana. Lembro-me que na jogada a seguir o FC

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Miguel 7 Estacas

Quando era mais pequeno, com seis ou sete anos, acompanhava o meu pai a alguns jogos de uma divisão distrital. E quando se fala em arbitragens corruptas acho que assisti a uma que bate todos os níveis. Estávamos a assistir a um jogo que era decisivo para as duas equipas. Era num campo pelado, no meio de um pinhal, e há um remate em que a bola bate num eucalipto que ficava atrás de uma das

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João Tomás

Nos meus tempos no Benfica ficava sempre no quarto com o Bossio e havia uma pessoa que ia aos quartos ver se estava tudo bem. E antigamente quando tiravas o cartão, aquela chave plástica, a luz apagava-se logo. Era a televisão e as luzes, desligava-se tudo. Agora nem sempre é assim, já estive em hotéis em que às vezes demora para aí um minuto.

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Slimmy

A minha história relacionada com futebol começa muito cedo, vem do divórcio dos meus pais quando tinha cinco anos. Somos três irmãos, três pilas, o nosso programa de fim-de-semana era irmos às Antas. Mesmo com os meus pais divorciados, almoçávamos juntos, isto na altura em que os jogos começavam às 15h00, depois a minha mãe ia com os meus irmãos para a bancada, eu ia para os

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António-Pedro Vasconcelos

O primeiro jogo de futebol que vi na minha vida ficou-me gravado como uma das memórias mais vivas da minha infância. Eu ainda não tinha feito oito anos e vivia em Coimbra, para onde o meu pai, juiz, tinha sido destacado um ano antes. Um amigo dele, um tipo mundano que tinha o famoso Citroën do tempo da guerra, trouxe-nos a Lisboa para ver o Portugal-Espanha, que a “equipa das quinas”, como se

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Ricardo Costa

Houve momentos no meu último ano no Valência em que foi muito difícil. No primeiro jogo na Liga Europa, com o Swansea em casa, o Rami foi expulso aos dez minutos e, de um momento para o outro, 1-0, 2-0, 3-0, os adeptos sempre a assobiar e já pensava “quando isto acabar vai haver uma confusão dos diabos.” Mal acabou o jogo, que perdemos 3-0, levámos com very-lights dentro do balneário,

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Guilherme Fonseca

Para ser completamente honesto, o que estou a fazer aqui é batota. A história que vos vou contar é tanto minha como do Fernando Alvim e aposto que ele nem sabe que é personagem secundário nisto. Mas aqui vai.
Cresci ao pé do estádio do Benfica. É por essa razão – e só essa – que sou do Benfica. É pouco

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Veloso

No Benfica tínhamos um jogador com a mania que era o Michael Jackson. Esse jogador era o Neno e todos os dias, antes do treino, nós tínhamos sempre um show dado por ele. Já tinha a cor do Michael Jackson, um bocadinho mais escuro, o cabelo também, e então como ele usava sempre umas calças justas pretas para treino, enfiava depois por cima umas cuecas brancas, punha uma fita à volta da

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José Rachão

Há duas histórias que se passaram comigo no Académico de Viseu, uma como jogador e outra como treinador, que acho que são bastante giras. A primeira como jogador. Estávamos a disputar o campeonato, na altura na I Divisão, e substituíram o treinador. Veio um argentino, até recomendado pelo Di Stéfano, chamado Gustavo Silva. Uma das coisas que ele fez logo foi colocar os jogadores a

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Vasco Correia

Serve este Relato para pedir desculpas públicas por um fenómeno que se tornou viral e que receio bem ter sido eu a iniciá-lo. Estou a falar de ouvir o relato de um jogo através da rádio, enquanto vemos jogos de futebol na esplanada, o que nos coloca num futuro de cerca de 45 segundos a um minuto à frente de toda a gente à nossa volta.

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