Pedro Pinto

Fevereiro de 1999. Estava na CNN há seis meses e surgiu a oportunidade de irmos a Milão, para fazer uma entrevista exclusiva com o Ronaldo Fenómeno e com outros jogadores do Inter, antes de uma eliminatória da Liga dos Campeões que eles tinham contra o Manchester United.
Apesar de eu ser o rookie da equipa nessa altura, tinha apenas 24 anos, era de longe o gajo mais

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Gonçalo Silva

Isto aconteceu no meu primeiro ano no Belenenses, há três épocas, num jogo em Coimbra, contra a Académica. Tivemos a palestra no hotel e saímos para o autocarro, para fazermos a viagem para o estádio. Normalmente é uma viagem em que há muita concentração, ouves pouco ou nenhum barulho. Mas numa certa estrada, não conheço a zona, mas foi numa recta, aparece o autocarro da Académica,

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Gonçalo Pereira Rosa

Chamada a evocar uma ou mais histórias da sua carreira, a maioria dos jornalistas opta por destacar o dia em que obteve um “furo” glorioso, uma entrevista difícil ou conheceu uma personalidade irrequieta. Opto, ao invés, pelas narrativas menos nobres, pois aprendi mais com elas do que com os triunfos efémeros.

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Valdo Alhinho

Angola é um país que tem muito para contar. No primeiro dia, ao chegar tive logo o impacto daquilo que me esperava. Fui daqui com alguns jogadores, como o Firmino, o Mangualde e o Edson, a equipa técnica era portuguesa. O treinador era o Formosinho, que neste momento está com o Mourinho no Manchester United. Chegámos em Janeiro, com um calor insuportável, 43/44 graus em Luanda.

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Pedro Ricardo Martins

Às 21:58 do dia 10 de julho de 2016 escrevia o seguinte nas redes sociais: “Só para oficializar a coisa. Se Portugal for campeão da Europa e o Eder marcar, mesmo que nos penáltis vou a pé da SPORT.TV a Fátima…”
Minutos antes, o patinho feio dos 23 convocados de Fernando Santos era mostrado pela transmissão

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Afonso Figueiredo

No Boavista, com o Petit como treinador, tínhamos algumas semanas em que íamos treinar ao Parque da Cidade, que era uma coisa que já vinha dos tempos do Jaime Pacheco. Nós não gostávamos nada porque era só correr no parque, era aquele treino duro em que acabávamos quase a vomitar.
Tínhamos um circuito para fazer em X tempo e o Petit dividia-nos por grupos. Ele mesmo dizia que

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Rui Miguel

Vivi uma situação no Chipre que foi das melhores que tive na minha carreira. Tenho uma paixão louca pelo Vitória de Guimarães. Eu estava a jogar no Chipre e o Vitória jogava em casa contra o Braga para a Taça de Portugal. O campeonato do Chipre estava parado nesse fim-de-semana, pedi para vir a Portugal e deram-me o OK. Reservei o voo, mas o único que podia reservar para chegar a Portugal a

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Pedro Nascimento

Em 1999 o mundo viu um italiano franzino, com testa à Santana Lopes, óculos grossos e cara de Pinóquio, subir ao palco de uma cerimónia de entrega dos Oscars de Hollywood, para aceitar duas estatuetas em reconhecimento de uma obra de (sétima) arte chamada “A Vida é Bela”. O primeiro discurso de Roberto Benigni foi, em si mesmo, o argumento de um filme (cómico), e o segundo foi

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Wando

Essa história aconteceu na época de 1986/87, num jogo da Taça de Portugal. A partida foi contra o União de Santarém, na qual jogava o Brasília, atacante que jogou comigo no Brasil e, como éramos muito amigos, resolvemos fazer uma aposta em que o Benfica ganharia a partida com três golos de diferença. Aposta feita, ficámos ansiosos pela chegada do grande jogo, que para o União de Santarém

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Rui Dias

Acabara o último treino em Macau e a Seleção Nacional preparava a viagem para Seul, ao fim da tarde desse dia, feliz que deixaria para trás quinze dias de condições climatéricas impróprias – quase 100 por cento de humidade. A FPF permitiu a cada órgão de Comunicação Social entrevistar um jogador e a de Record estava prestes a ser feita. Depois de avanços e recuos, Luís Figo tinha acedido em falar

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Zequinha

Vivemos sempre alguns episódios meio caricatos no estrangeiro. Quando cheguei à Grécia, tinha um brasileiro na minha equipa que me disse que quando quisesse chamar o árbitro devia dizer pusti. OK, assim foi. Nos primeiros jogos chamava-lhes pusti e quase que era expulso! Pusti é gay, só que um gajo sabia lá! Depois é que me disseram o que era. Era o Romeu, que tinha jogado no Fluminense.

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Eliseu

Tenho algumas histórias curiosas passadas no futebol português. Uma aconteceu no Felgueiras, com o Diamantino como treinador. Quando ele chegou ao Felgueiras eu era o único jogador da equipa que tinha ficado, por isso ele montou o plantel todo e correu boa parte da época com jogadores como Fernando Meira, Lixa, jogadores do Guimarães. Na segunda temporada, muitos jogadores saíram e a

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João Marcelino

Um relato? Sobre a minha experiência a acompanhar o futebol? Sinceramente… sei lá! Estive em tantos países, em vários continentes, com tantas equipas…. Não sei se consigo escolher uma história! Além de que muitas delas não teriam nada a ver com futebol.
De Moscovo, daqueles 5-0 da seleção, antes da queda do muro de Berlim, lembro-me mais da guia,

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Gilberto Silva

Numa pré-época no Sporting da Covilhã o nosso treinador, juntamente com a Direcção, teve a ideia, para fortalecer o espírito de grupo, de irmos passar um dia com a GNR de montanha aqui na Serra da Estrela. São eles que fazem os salvamentos quando alguém se perde, por exemplo.
Saímos de cá às dez da noite, tivemos uma pequena apresentação com eles, depois partimos todos

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David Soares

Em 2010, era eu um rapazola com vinte e três anos de idade, de barba rala, que vivia no limite do terror depois de ter emigrado para Dublin e percebido que a vida não era um mar de rosas. O clima era frio, tinha perdido o meu emprego e a minha metade da renda estava por pagar. Vivia pela primeira vez rodeado de pessoas de etnias e países tão diferentes que seria preciso um parágrafo inteiro para

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Arsénio

A história que tenho para contar passou-se na Bulgária, na minha segunda época. Estava no CSKA Sófia e tínhamos sido eliminados da taça contra uma equipa da segunda liga e, como tal, o presidente ficou chateado e decidiu chamar um “bruxo” ao balneário, isto no dia anterior a um jogo.
O “bruxo” começou a queimar umas coisas lá dentro do balneário e a soprar o fumo contra os jogadores e contra os

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Papillon

O futebol é uma grande paixão minha, era o sonho de menino que tinha antes de começar a andar pelos caminhos da música. Comecei a jogar no 1º Dezembro e depois também fiz formação no Sintrense e no Atlético do Cacém.
As últimas três vezes que parti os meus óculos estão relacionadas com futebol: uma delas foi numa

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Diego Barcellos

Vou contar um episódio que aconteceu comigo na China. Era a minha primeira experiência fora do Brasil, da minha terra natal, e eu estava muito empolgado por jogar fora do país. Estava mesmo muito feliz. Cheguei lá e encontrei uma cultura completamente diferente da do Brasil, mas graças a Deus consegui adaptar-me bem.

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Hugo Firmino

Joguei alguns anos em Angola e é uma realidade completamente diferente. Quando viajamos para jogar nas províncias, nas cidades fora de Luanda, após os jogos, visto que quase nenhum dos aeroportos nessas cidades é internacional, nem nos equipamos nem tomamos banho porque temos de ir a correr para o avião senão anoitece e o avião não levanta voo. E isto acontece inúmeras vezes.

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Ricardo S. Amorim

Para algumas pessoas, que até me conhecem relativamente bem, representará uma surpresa saber que o futebol faz parte da minha vida e da minha formação enquanto pessoa. Gosto do desporto, do espectáculo de massas que apaixona milhões, mas não sou um fanático que não perde um jogo, mesmo do meu clube ou da nossa selecção. Porém, estou certo de que seria outra pessoa se não

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