Ricardo Gomes

Uma das coisas mais marcantes a que assisti aconteceu no FC Porto-Benfica em que ganhámos 2-0, em 1991. Foi uma vitória que nos deixou muito perto de conquistar esse título. Um jogo dificílimo, o Porto tinha um bom time. O ataque era Kostadinov e Domingos, Vitor Baía era o goleiro e a zaga era Geraldão e Aloísio. Que bela zaga! O Artur Jorge era o treinador do Porto, a gente com a dupla

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Ljubomir Stanisic

Esta história não tem directamente a ver com futebol, mas mais com a alimentação antes de um jogo. Portugal ia jogar com a Bósnia e, como sou de Sarajevo, telefonaram-me para os receber e tratar bem deles.
Não podiam beber álcool, tudo bem, eram sumos detox e assim e assado, os dirigentes é que estavam

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Cadu

Tenho uma história na Roménia. Faltavam três jogos para acabar o campeonato e tínhamos um derby: CFR Cluj contra Universidade de Cluj. No minuto 30, o árbitro assinalou um penalty a nosso favor. Eu marquei o penalty e fui festejar perto da claque do Universidade. Estávamos na recta final do campeonato, era um derby e libertei ali toda a adrenalina que aquele momento proporcionou. Em caso

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Alexandra Lencastre

Como actriz, interessam-me todos os espectáculos que impliquem partilhar ao vivo as emoções com o público e não deve haver espectáculo mais efervescente do que num campo de futebol. Com muita pena minha, o teatro não chega lá perto, por ter um conteúdo mais complexo e transmite mensagens mais profundas, logo é uma arte, não é um desporto. Chega a outro nível, é mais interior e contido.

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Sá Pinto

Tive várias lesões graves no joelho, fui operado cinco vezes, e na segunda vez tinha ali uma situação difícil de resolver porque o problema surgiu antes do Mundial da Coreia, em 2002.
Estávamos no final de 2001 e lesionei-me gravemente, uma rotura do cruzado anterior. Senti que não tinha o joelho suficientemente forte e estável para jogar ao nível a que teria de jogar, tentei fazer a

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João Malheiro

Para alguns, cansativamente. Para outros, emocionadamente. Para mim, imperativamente. Disse, digo e direi que antes de saber que me chamava Malheiro, tão-só João, ou Joãozinho na expressão de afecto familiar e de outras origens próximas, já sabia dizer Eusébio, já sabia quem era Eusébio, já venerava Eusébio.

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Álvaro Magalhães

Estava na Académica, com 19 anos, a fazer uma época fantástica e a ser cobiçado por todas as equipas: FC Porto, Sporting e Benfica. Era o meu segundo ano de seniores. Subi aos seniores e subimos logo de divisão, era o Pedro Gomes o treinador. Foi ele que me lançou. Um grande homem, nunca tinha medo de lançar jovens. Depois fiz essa época com o Mário Wilson e fui para o Benfica.

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Sara Aleixo

Pertenci às Mulheres de garra, que era um grupo de adeptas do Sporting. Ainda guardo o cachecol que tínhamos. Esta história passou-se há uns sete ou oito anos. Íamos ver alguns jogos, ficávamos num camarote do estádio de Alvalade, e uma vez elas chamaram-me para irmos lá abaixo durante o intervalo. “Mas vamos lá abaixo fazer o quê?” e elas: “vamos participar num concurso. Temos de ir

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João Alves

Tenho uma história como jogador, com o José Maria Pedroto. Era um jogo para a Taça de Portugal, contra o Lamego, de onde ele era natural, equipa que estava na III Divisão. Foi na altura do Boavistão, até foi quando ganhámos a primeira Taça de Portugal.
Eu estava tocado e pensava que o mister Pedroto ia dar-me folga nesse dia. Disse-lhe que não estava

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Jimmy P

A história que quero partilhar é de 1991 ou 1992, na altura em que jogava nas escolinhas do Boavista, com oito, nove anos. Fomos convidados para fazer um torneio internacional, em Cannes, e tínhamos uma equipa fortíssima. Alguns dos meus colegas de equipa hoje são jogadores de futebol profissional, como é o caso do Raul Meireles, por exemplo. Fizemos uma óptima campanha nesse torneio,

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Bruno Miguel

Vou contar um episódio que me marcou para toda a vida e determinou a minha carreira.
Com nove anos pedi à minha mãe que me levasse a São João da Madeira para tentar fazer uma semana de treinos à experiência na Sanjoanense, visto que na vila onde vivia, Cesar, não havia camadas jovens naquela altura.

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Miguel Costa

O meu sentimento pelo Sporting Clube de Portugal é forte. É muito forte mesmo. E é fácil de resumir numa palavra: Amor. Desde os meus seis/sete anos que vejo jogos do Sporting ao vivo, em Alvalade. Não há maior emoção desportiva do que vermos o clube que amamos a jogar. Já vi o Sporting ganhar, empatar, perder, mas o meu amor é incondicional. Muitos jogadores, dirigentes, funcionários passaram

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Paulo Catarino

Tantos anos de carreira e tantas histórias para contar. Há uns anos jogava na ilha da Madeira e dividia a casa com mais três colegas, dois portugueses e um brasileiro. A meio da época surgiu a oportunidade de sair para outro clube melhor e cheguei a acordo com a Direcção para sair num sábado e a equipa tinha jogo no continente no domingo. Significava que ia ficar em casa sozinho no sábado e

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Luís Filipe Borges

Há, no lado mais obscuro do futebol português, um dia misterioso, uma nota de rodapé enigmática, o momento em que – por ínvias e travessas artes do destino – um jogo se disputou comigo nas redes duma baliza e Vítor Baía como keeper da outra.
Espinho, vésperas do Mundial de Futebol de Praia de 2015, um estádio por inaugurar no areal. Com

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Ricardo

Lembro-me de um episódio engraçado sobre o primeiro jogo em que o Boavista me foi ver jogar antes de me contratar. Estava no Montijo, na II Divisão B, fomos jogar ao Alentejo, não sei precisar se foi Évora, Montemor ou Elvas, não faço ideia, e estávamos sem ponta-de-lança, joguei eu nessa posição.
Ganhámos com um golo meu e a pessoa que lá me tinha ido ver não sabia o que havia de dizer. Deve

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Gaspar Ramos

Isto tem um bocado a ver com a história que depois se viu da chamada fruta que era servida aos árbitros e que aparece no processo Apito Dourado. Posso contar uma história que se passou comigo na época 1980/81. Entrei no futebol em 1979, salvo erro, e pouco depois fui informado lá pelo nosso pessoal do Norte, todos aqueles benfiquistas que trabalhavam connosco e conheciam as coisas de lá,

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Pedro Henriques

O meu primeiro jogo, ainda como fiscal de linha, como se chamava na altura aos árbitros assistentes, foi na época 1990/91, nos Distritais, entre o Damaiense e o Estrela da Amadora. Nunca tinha ido à Damaia e era a primeira vez que participava num jogo. E logo nos minutos iniciais, nem tenho a certeza de ter sequer levantado a bandeirola, um senhor, destacado na bancada, que me foi mimando com

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Noiserv

Sempre me perguntei por que motivo somos de um clube; em que altura decidimos isso; e porque o fazemos. Eu nunca fui muito dedicado ao futebol, mas a verdade é que sempre fui do Benfica!
Não me lembro qual foi o primeiro dia em que fui do Benfica, mas alguém me deve ter perguntado: “Qual é o teu clube?”, e eu devo ter respondido: “Eu sou do Benfica!”

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Nuno Coelho

Estive um ano na Grécia, um ano em que tive muitas histórias, umas pelo lado positivo, outras nem tanto. Foi um ano muito complicado. Estive num clube que é considerado um dos cinco grandes da Grécia, o Aris de Salónica, sempre com 25/30 mil adeptos no estádio, só que estava numa das fases mais difíceis da sua história, com muitos problemas financeiros, muitos problemas directivos,

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Bernardo Coelho

Faz um ano que apanhei o avião para as Bahamas. Tinha entrado num satélite, por 700 dólares, onde ganhei o fullpackage para jogar o PCA, PokerStars Caribbean Adventure. É um pacote de 16.800 euros e dá direito a um máximo de onze dias no hotel Atlantis e um buy-in de 10.400 euros para jogar o main event. Participaram 927 pessoas nesse main event, fiquei em 88º e o Ronaldo penso que ficou em 50º.

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