Hilário

Na altura em que fui para Itália, na época 98/99, já lá vão uns aninhos, quando em Janeiro troquei o Chaves pelo Perugia, fiz a estreia no campeonato num jogo com o Inter, em casa, com o estádio completamente cheio. Para mim foi uma diferença muito grande. O meu último jogo aqui foi com o Sporting, empatámos 2-2, na semana seguinte estava a jogar contra o Inter do Ronaldo, Roberto Baggio, Simeone…

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Alfredo Brito

Dia 7 de Julho de 2006. Como locutor fui chamado para fazer um trabalho pelas 10h30 da manhã. Não sabia o que era. Quando me disseram que se tratava do lançamento do Kit Sócio do nosso Sport Lisboa e Benfica fiquei bastante satisfeito. Esclareço que já fiz filmes tocantes para a AMI, para a Associação Nossa Casa, etc., mas este foi o mais difícil. Ao ver o filme, a voz embargou-se e no

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Matt Jones

Às vezes são as decisões mais pequenas e insignificantes que mudam vidas. Outras vezes são as grandes decisões que se tornam arriscadas. E foram estas últimas que mudaram a minha vida em 2005. Depois de terminar contrato com o West Bromwich Albion e de me tornar um jogador livre, decidi arriscar tudo e mudar-me para os Estados Unidos. Com apenas 18 anos deixei para trás a Inglaterra, a

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Jaime Cancella de Abreu

Quando o livro do Mourinho estava para ser lançado, algures pelo final de Junho de 2003, fui um dia almoçar a Setúbal com ele e com o Luís Lourenço, que foi quem escreveu, para lhes mostrar todo o design do livro, muito arrojado para a época. Almoçámos e no fim da refeição abri a pasta e tirei a maquete da paginação e da capa do livro para o Mourinho ver, porque para mim era muito importante

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Mauro Airez

Quem foi treinado pelo Mário Wilson é impossível que não tenha uma boa história para rir, porque é um homem fora-de-série, espectacular. Mantinha o grupo sempre unido e divertido. Obviamente que impunha seriedade no treino, mas quando era para brincar ele era o primeiro a fazê-lo. Um dia estávamos a treinar no relvado principal do antigo Estádio da Luz, a rematar à baliza. Houve o

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Gonçalo Ventura

Em 2006, durante o Mundial, estive 45 dias na Alemanha e fui para lá para fazer histórias. Primeiro com o Brasil, que foi sempre uma aventura, era uma realidade completamente diferente da nossa. Depois quando o Brasil foi eliminado pela França, em Frankfurt, o Paulo Sérgio, que era quem coordenava, e como Portugal já não estava a partir das meias-finais, mandou-me fazer o resto. Então

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Diogo Luís

Corria o ano de 2000 e estava na equipa B do Benfica. Num certo jogo, o treinador de então, José Morais, decidiu adaptar-me a lateral esquerdo. A minha posição nas camadas jovens foi sempre médio centro ou interior… Esta alteração acabou por fazer toda a diferença na minha carreira. Seis meses mais tarde, o Benfica contrata José Mourinho. Não tendo na altura soluções que lhe agradassem, foi

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Joaquim Evangelista

A minha relação com a bola é metafísica, adoro jogar futebol, adoro futebol. Quando era miúdo e adolescente a bola estava primeiro, depois a namorada. Ainda hoje, não necessariamente com a namorada, acontece, tenho esse lado inexplicável. Nasci em Bragança, Trás-os-Montes, e vivi, até aos 18 anos, junto ao castelo, dentro das muralhas, ao lado da “Domus Municipalis”. A parada da tropa

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André Campos

Duas das minhas grandes paixões na vida são ver futebol e viajar. Sempre que possível gosto de juntar as duas. Em Dezembro de 2010 dei “um saltinho”, de miniférias, a Istambul. Uma cidade fantástica, dividida entre a Europa e a Ásia, onde se sente o peso da história a cada esquina. Numa das manhãs, assim que saí do hotel, comecei a ver muitas pessoas com a camisola do Galatasaray

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Rui Gomes da Silva

PORTO–BENFICA (0-0), 27 DE MARÇO DE 1983. Nasci – como é público, nesta fase de mediatização aguda da minha existência – no Porto, de onde, depois de sete anos no Liceu de Alexandre Herculano, parti, aos dezoito anos, para Lisboa, para frequentar a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Desde então, o que era conseguido com programas de fins-de-semana ou de períodos de

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Vasco Varão

Estávamos a meio da temporada 2003/04 quando saiu de treinador principal o Professor João Santos para entrar o Rui Esteves no Clube Desportivo Olivais e Moscavide. Para quem só conhecia o Rui Esteves de o ver jogar na TV (e que jogador era), e ainda no início da minha carreira, foram muitos os bons momentos que passei com ele e com os meus colegas. O Rui sempre foi chegado a nós, quando

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DJ Poppy

Sou de Lisboa mas sou portista desde miúda, desde aquele calcanhar do Madjer, em 1987. Aqui em casa é tudo do Sporting e da Académica, sou a única portista, vem desde esse tempo, e fiquei muito contente por me convidarem para pôr música na apresentação do plantel do FC Porto desta época, no dia 9 de Agosto. Vieram buscar uma portista a Lisboa, o que é uma coisa engraçada, e era um sonho.

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Fernando Tomé

Quando se deu o 25 de Abril de 1974, o Sporting tinha jogado na véspera em Magdburgo, ex-RDA. A novidade foi-nos dada pelo próprio presidente do clube, João Rocha, que seguia à nossa frente e entrou no autocarro para informar que se tinha dado um golpe de Estado, mas as notícias não eram claras e quando chegássemos a Berlim teríamos certamente mais informações. Ficámos todos em polvorosa,

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Tó Trips

Não sou aficionado de futebol, só vejo jogos da Selecção nos Europeus ou Mundiais. Sou um verdadeiro ignorante do universo futebolístico! É que joguei futebol nos infantis do Sporting quando era puto e era tão mau que nem ficava no banco. Ficava eu e um miúdo gordo na bancada a ver os jogos.

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Edgar Marcelino

Depois da minha última experiência em Portugal, pelo Estoril Praia, passei seis meses em Marrocos, ao serviço do Kawkab. Até que um dia um gajo de mota bateu-me e eu tinha um seguro normal, como temos aqui, e pensava que como dava na Europa também dava lá, mas não, tinha de ser outro seguro. Apesar de não ter culpa, foi uma situação que quis evitar, porque lá as coisas acabam por se tornar complicadas para os estrangeiros, então dei-lhe 50 euros e não se falou mais nisso. Acho que o safei para os próximos quatro ou cinco meses!


Fez toda a formação no Sporting e nos relvados nacionais passou ainda por Penafiel, V. Guimarães e Estoril. Actualmente disputa o campeonato indiano.

Foto: Ishaan Bhataiya

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Marco Rodrigues

Nasci em Amarante e quando cheguei a Arcos de Valdevez, que é a terra do meu pai, aos oito anos, como sempre gostei de jogar futebol e sempre fui um puto que jogava na aldeia com farrapos e sem sapatilhas, o meu pai inscreveu-me na equipa da vila, que é o Clube Atlético de Valdevez. Estive um ano nos infantis e dois nos iniciados. O meu pai também era amigo do presidente de um clube que era

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Douala

Às vezes dizem que o amor pela camisola ou pelo futebol é mais importante do que o dinheiro, mas é mentira. No Verão de 2005, os ingleses do Middlesbrough estavam loucos para me contratar e chegaram a fazer uma proposta de oito milhões de euros ao Sporting. As duas partes chegaram a acordo, mas a única pessoa que não quis ir para lá fui eu. Estava feliz no Sporting e em Lisboa com a minha família, queria jogar a Liga dos Campeões e ir ao Mundial com a Selecção camaronesa.

Os ingleses fizeram tudo para me convencer, pediram a algumas figuras do futebol português e camaronês para me ligar e até tentaram conversar com a minha ex-mulher. Queriam pagar-me o dinheiro que quisesse e dar-me quatro anos de contrato, mas a minha cabeça estava no Sporting. No final, fomos eliminados pela Udinese na terceira pré-eliminatória da Liga dos Campeões, os Camarões falharam o apuramento para o Mundial e, alguns meses depois, dispensaram o Peseiro, um treinador que me dava uma confiança total.

No final da época de 2005/06 o Middlesbrough ainda me queria mas, o treinador que me queria mais que tudo, o Steve McLaren, saiu e, um dia antes de ir lá assinar com eles, entrou outro treinador, que tinha outro jogador na cabeça. Fiquei sempre marcado por esta oportunidade ter sido recusada. A partir deste episódio andei de empréstimo em empréstimo. Às vezes até choro a pensar nisto, era o contrato da minha vida. Tenho a certeza de que se tivesse aceitado aquela proposta a minha carreira teria outro final muito mais feliz.


Jogou apenas duas épocas no Sporting, que acabou por emprestá-lo ao Portsmouth. Depois passou por Saint-Étienne, Asteras Tripolis, Plymouth e Lierse, onde terminou a carreira profissional.

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Guilherme Duarte

O ano era o de 1999, tinha eu 15 anos. Nunca fui muito de ir ao estádio, acho que se contam pelos dedos das mãos as vezes que me sentei nas bancadas dos estádios do Sporting. Sempre achei que ver futebol sem repetições era parvoíce, porque assim não me posso queixar dos árbitros com propriedade. Desta vez lá fui, com o meu pai, assistir à 10ª jornada do campeonato nacional, ver os

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Carlos Saleiro

Estávamos em 2003, tinha 17 anos. Em Maio, em Viseu, fui campeão europeu de Sub-17 por Portugal. Nessa mesma época fui promovido à equipa B do Sporting. Na altura era o jogador mais jovem nesse plantel. Mais tarde, em Novembro, sou pela primeira vez convocado pelo mister Fernando Santos para um jogo amigável pela equipa principal do Sporting, que tinha em disputa a Taça da cidade de

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Pedro Sousa

Comecei muito cedo na arte de relatar um jogo de futebol. Chamo-lhe arte propositadamente, porque muitos podem tentar, mas poucos o conseguem fazer com qualidade insuspeita. Aos 17 anos já tentava lá chegar, no advento das chamadas rádios piratas, mas só aos 18 anos, em 1986, o comecei a fazer com alguma regularidade, semana atrás de semana, relatando os jogos do Torreense, o clube

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