Jel

Estava em Marrocos, em Chefchaouen, a gravar o documentário Dia de Jogo, que teve uma ante-estreia na SIC. Estamos agora a inscrevê-lo para festivais e temos uma distribuidora americana que vai metê-lo aí no circuito dos documentários. Passámos lá muitas semanas e num desses dias o Sporting jogava para a Champions, acho que foi com o Schalke.

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Sabugo

Estava eu no meu Campomaiorense, na época 1998/99, clube que jamais esquecerei pelas pessoas que conheci e também por ter sido a minha estreia na primeira divisão nacional. Tínhamos uma grande equipa dentro e fora do campo. O nosso treinador era o mister José Pereira, que tinha ficado no lugar do mister João Alves. O jogo no fim de semana era contra o Benfica, no antigo estádio da Luz, e na 4ª

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Hugo Sousa

Estava eu num café a assistir ao Portugal-Roménia a contar para o Euro 2000, um jogo emocionante mas o resultado estava nulo e Portugal precisava de ganhar para se apurar para os quartos-de-final. Perto dos 90 minutos, Humberto Coelho lança Costinha no jogo e toda a gente pergunta: “Costinha?!!! A precisarmos de marcar e ele mete o Costinha??” O Costinha, além de não ser ponta-de-lança,

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Tozé Marreco

Sabia que ia ser pai em breve. O médico sabia da minha vida e que eu não queria faltar a nenhum jogo nem a nenhum treino, então queria encontrar um dia que não entrasse em conflito com o calendário do Tondela. Ele disse que, como estava tudo ok, não havia qualquer problema e dava para gerir. Então, na última semana de 2014, fui ter com o meu treinador ao balneário para falar sobre o nascimento do meu

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Viviane

Confesso que nunca tive grande entusiasmo pelo futebol embora tivesse vivido 13 anos da minha vida ao lado do estádio do O.G.C. Nice, no sul de França, onde nasci. Vim depois para Portugal onde me dediquei à música longe dos relvados, à excepção dos vários concertos em Alvalade a que fui assistir nalguns casos e noutros em que tive a honra de participar com a minha banda “Entre Aspas” como,

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Manuel Fernandes

Num jogo na Madeira, com o Marítimo, Noémio, jogador dos madeirenses, teve uma entrada violenta sobre o Ademar. Como capitão, fui pedir satisfações ao jogador, dizendo-lhe que devia fazer isso era em Alvalade, o qual me respondeu ainda com mais agressividade, afirmando: “dou-te aqui, dou-te em Alvalade e se for preciso vou a tua casa e dou-te mais!”.

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Mastiksoul

Uma das vezes em que o Nani esteve em minha casa, a malta decidiu jogar ao FIFA. Pusemo-nos a jogar, até que ficou empatado, não me lembro do resultado, e acabei por ir a penalties contra ele. Se não me engano estava a jogar com Portugal, então há um momento em que eu vou marcar um penalty com um jogador que era o Nani. Isto com o Nani sentado ao meu lado! Começo a dizer-lhe: “estás

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Tiago Caeiro

Na época passada, num Rio Ave-Belenenses, estávamos a jogar com um avançado, o Rambé, e o jogo estava 0-0. Na segunda parte, o treinador mandou toda a gente aquecer e meteu outro avançado, escolheu o Linz, para aí aos 70 e tal minutos. E eu, a uns minutos do fim, fui aquecer. Já perto do minuto 90 houve um livre a favor do Rio Ave. Eu estava a aquecer com o Kaká e o Gonçalo

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Alice Vieira

Tenho quatro netos, todos eles a saberem tudo e mais alguma coisa de futebol, mas ninguém leva a palma à Isabel, a irmã mais nova. Ainda mal sabia ler e já pegava na Bola e dizia : ”deixem-me ver as novas aquisições”. Nunca percebia por que nos ríamos tanto.
Há uns tempos, tinha ela 8 anos, estávamos a lanchar no Corte Inglés. Ao chegar reparei que os

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Paulo Duarte

Quando era seleccionador do Burquina Faso, numa passagem para o CAN de 2010, em Angola, fomos jogar ao Burundi. No nosso ritual de estágio tínhamos as duas refeições normais, o almoço e jantar, e como complemento tínhamos também uma ceia às 11 da noite, que os jogadores gostam de comer qualquer coisa antes de se deitar. Aconteceu o mesmo no Burundi, então pedimos aos responsáveis

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Rui Miguel Tovar

Tudo começa em Lisboa. Um domingo qualquer, tranquilo nas instalações da RTP com o meu pai. Ou não. O telefone toca bem cedo e perguntam-lhe se dá para ir fazer o Covilhã-Chaves, porque o jornalista marcado para esse trepidante jogo havia faltado por qualquer motivo.
Quando o meu pai me dá o plano, nem pestanejei duas vezes. “Sim, bora aí, mai’nada.” Não só viajaria

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Isaías

Tenho uma história que acho muito boa, de quando eu jogava no grande Campomaiorense. Fomos jogar a Braga e quando chegámos ao hotel, o motorista do autocarro teve de fazer uma manobra. Engatou a mudança para trás e ouviu-se um grito louco dentro do autocarro, que deixou toda a gente assustada.

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Júlio Resende

Prefiro jogar a ver jogar! Nunca percebi porque é que há malta que prefere ver um jogo na televisão do que vir divertir-se a jogar à bola. Deve ser porque cansa. Mas há outras coisas que cansam e também são bem divertidas. Que coisas podem ser essas deixo ao meu interlocutor a descoberta.

Todas as semanas jogo à bola. Gosto do jogo de equipa, da confusão e dos desabafos, cansaços.

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João Peixe

A minha estória remonta à época 94/95 , quando me estreei na I Liga ao serviço do Estrela da Amadora, emprestado pelo Benfica. Depois de uma derrota pesadíssima em Vidal Pinheiro, contra o Salgueiros, em que perdemos 6-0, entrei a meia-hora do fim. Apesar de não ter ajudado a alterar o marcador, dei o meu máximo e no final senti que tinha estado bem no tempo que joguei. Prova disso

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João Paulo Sousa

Antes de começar tenho de avisar que grande parte dos problemas da minha vida têm a ver com a minha família e com o futebol. A minha família não é como as famílias normais, que são do Benfica, do FC Porto ou do Sporting. Lá em casa há cachecóis e canecas do Sporting. Quando o Sporting joga nós vemos o jogo, mas a minha família é, na verdade, de um clube chamado SPORTE. É uma coisa

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Vata

Fui parar ao Benfica, em 1988, porque no fim da época joguei contra eles pelo Varzim, no Estádio Nacional, e empatámos a dois. Marquei dois golos logo no início e foi isso que fez com que me contratassem. Quando cheguei fomos fazer uma tournée na América. Era o Magnusson, Ricky, César Brito, eu era o último avançado. O mais engraçado é que fizemos o primeiro jogo, perdemos e eu

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João Blümel

Vou ser sincero. Quando me fizeram o convite para escrever este relato ri-me por dentro e pensei que só podia ser uma brincadeira dum amigo meu. Alguém que deva ter dito “Olha, o Blümel é que era uma boa escolha para escrever um relato. Ele percebe imenso de futebol e não passa um dia sem comprar o jornal e acompanhar os resultados todos. Até a segunda liga dos Sub-17 ele acompanha!”. E acho

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Simão Costa

Fui jogar para a Coreia, para o Daejon Citizen, em 2001. Após mais ou menos um mês de testes no clube, regressei a Portugal e fui contratado duas semanas mais tarde. Cheguei à Coreia, assinei contrato e tive um prémio de assinatura. Entretanto comecei os treinos normalmente. Éramos dois estrangeiros, eu e o Coly, um senegalês que tinha vindo para Portugal, para o Vitória de Setúbal, mas

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António Tadeia

A final da Liga dos Campeões de 1999 não foi só um dos mais épicos jogos de futebol de que há memória. Para mim foi duplamente especial porque foi uma das que pude acompanhar in-loco, em Barcelona. Foram uns dias preenchidos, que incluíram o desfile com o qual o FC Barcelona celebrou o título espanhol, acabado de conquistar, mas sobretudo o jogo entre o Manchester United e o Bayern

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João Meira

Quando estava no Atlético fomos uma semana para a Madeira, porque tinha havido umas chuvas muito fortes e um jogo tinha sido adiado, então tivemos a oportunidade de fazer lá dois jogos nessa semana. E não correu muito bem a nível de resultados. Fomos à Camacha empatar 2-2, salvo erro, e depois jogámos com o Marítimo B no domingo, em que a malta também estava um pouco cansada

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