Paulo Sérgio

Vivi uma situação caricata na Malásia por causa do príncipe. Estava lá salvo erro há três dias quando me deram um carro. Fui buscá-lo e ia tranquilo na estrada. Eles lá têm o volante à direita, mas já era assim no Chipre, não era novidade. Nisto oiço sirenes e vejo os carros à minha frente a encostar, mas continuei na minha, segui o meu trajecto. De repente vem uma mota daquelas bigs da polícia e vejo o gajo todo furioso a mandar-me encostar. E eu: “oi, já fui. Já fiz alguma porcaria, estou mesmo a ver.”
Encostei, ele também parou a mota, abri o vidro mas ele nem sequer falou. De repente passam várias motas da polícia e o carro do príncipe no meio. Nisto ele arrancou com a mota e não se passou nada, mas fiquei ali todo borrado! Fiquei mesmo em pânico a pensar: “ainda agora aqui cheguei e já fiz porcaria? O que é isto?” É que depois lá eles têm aquelas regras deles, não se pode fumar, não se pode beber álcool, já estava a ver que tinha feito alguma coisa com o carro que também era proibida. Depois é que me explicaram que quando o príncipe ou alguém da família real vai a algum lado andam sempre com escolta da polícia e têm de parar todos para eles passarem.


Formado no Sporting, onde jogou com Cristiano Ronaldo, sagrou-se recentemente campeão de Singapura pelo DPMM, do Brunei.

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Paulo Garcia

Existem momentos na nossa vida profissional que nos marcam para a vida. E que nos fazem crescer fundamentalmente como homens!
Há uns anos ainda no Alvalade antigo, e ao serviço da Rádio Comercial, tinha como trabalho de reportagem acompanhar a chegada da comitiva do FC Porto ao estádio.

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Pepa

Estreei-me muito cedo nos seniores do Benfica e com 18 anos já tinha contrato profissional. Ganhava bem na altura, 1200 contos por mês, 6 mil euros, e decidi comprar casa muito cedo. Andava a ver casas e fui a um sítio assim vestido de uma forma descontraída, como um miúdo de 18 anos se veste. Tinha um chapéu para trás, brinco, estava com roupa muito informal, sem camisa, sapatos ou

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Nuno Calado

Houve uma altura em que o Benfica B jogava em Odivelas, era ali que fazia os jogos em casa quando ainda não tinha o centro de estágio, quando estava tudo assim meio caótico. Sou amigo do Porfírio, isto foi quando ele passou pela equipa B do Benfica, ali por volta de 2003, e tinha combinado com ele ir ver um jogo mas cheguei atrasado, já estava a acabar a primeira parte. E estava à espera de o ver já

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Chaínho

Estava no Panathinaikos e tive o azar de fazer a minha primeira rotura muscular. Perdi assim a recta final do campeonato e o penúltimo jogo foi o da decisão. Essa semana foi muito stressante. Jogámos contra o Olympiacos e quem ganhasse era campeão da Grécia. Os nossos jogadores foram intimidados, era impossível entrar naquele campo. Medo de estar nos balneários, ameaças, tudo.

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Carlos Daniel

Esta história ocorre no antigo Estádio das Antas, nos anos 90, num jogo do FC Porto contra uma equipa que eu não tenho a certeza, admito que seja o Vitória de Setúbal. É a memória que tenho, mas sem ter a certeza.
Estou a fazer o relato para a TSF e o repórter de pista, como nós chamamos ao repórter volante, era o

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Miguel Garcia

Decorria o ano 2000 e alguns jogadores dos juniores do Sporting viviam numa residencial junto ao Marquês de Pombal, entre os quais eu, Cristiano Ronaldo, Edgar Marcelino, Miguel Paixão, Filipe Costa e mais uns quantos.
No escalão de juniores nem todos tinham 18 anos mas no meu caso era diferente, até a carta já tinha

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José Cid

Estava de férias nos anos 80, no hotel Alfamar, na praia da Falésia (Algarve). Também no hotel estava a equipa do Benfica, não de férias, mas sim a estagiar. Foi giríssimo! O pessoal do Benfica, para não parar, teve a ideia de organizar um jogo amigável contra uma equipa de hóspedes do hotel. E assim organizámos espontaneamente uma equipa e lá efectuámos um jogo treino.

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Rui Nascimento

Lembro-me de uma história engraçada, em 1984/85, foi no único ano em que o Vizela esteve na I Divisão. Eu estava no Vitória de Setúbal e fomos jogar com o Vizela a Guimarães, que era onde jogavam, e éramos treinados por um grande mestre, o Manuel de Oliveira, que gostava muito de mim como jogador.

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A Gaja

Quando eu era pequena costumava ir para o terraço da minha vizinha espreitar os jogadores da Oliveirense a tomarem banho no balneário. A visão daqueles matulões, musculados e peludos (no final da década de 80 ainda não havia essa moda deprimente da depilação masculina), de toalha amarrada à cintura, era o OUTRO lado. O lado que eu não via, quando ia, com o meu pai ou com o meu avô, ver a

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Bruno Baltazar

Lembro-me de uma história de quando jogava no Odivelas. Foi num jogo da Taça de Portugal da época 2001/02, o sorteio ditou um Feirense-Odivelas. O nosso treinador era o Daúto Faquirá, com quem trabalhei seis anos. Fomos de estágio para o norte, um dia antes, e ficámos na zona de Ovar.
No domingo, dia do jogo, acordámos à hora que tinha de ser para tomarmos o pequeno-almoço, a

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Francisco Mendes

Tenho muitas histórias à volta do Benfica e do futebol. Lembro-me sempre de uma ida ao Porto aquando da nossa vitória por 2-0, com golos do Nuno Gomes. Fomos daqui de Santa Apolónia de comboio e foi uma viagem completamente alucinante com a claque, fui com os Diabos Vermelhos. Também participei no disco de comemoração dos 20 anos da claque, cantei um tema para eles. Eram

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Paulo Grilo

Estive ligado ao Toni durante seis anos, ele é uma figura fantástica. Vou contar uma história que, para mim, se não for a melhor história de futebol de sempre, está no top de certeza absoluta. Estávamos no Irão, no Tractor, a lutar para sermos campeões. Mas na altura passámos por uma fase em que se meteu a Liga dos Campeões pelo meio do campeonato e em duas semanas estivemos três jogos sem

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Valéria Carvalho

Boas recordações da minha vida estão ligadas ao futebol, mais especificamente aos campeonatos mundiais. Como brasileira, vivi sempre intensamente todas as Copas e cresci ouvindo diariamente os nomes de Pelé, Jairzinho, Tostão, Rivellino, Gérson, Clodoaldo, Piazza e Carlos Alberto Torres, time da Copa de 1970.

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Mário Jorge

Na época em que representei o Benfica, em 1992/93, estávamos todos motivados pelo plantel que tínhamos e pelo facto de irmos ser treinados por uma referência mundial, com um currículo invejável, como era o caso de Tomislav Ivic.
Já no estágio de pré-época realizado na Suécia ficámos um pouco perplexos com o sistema que queria

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José Manuel Freitas

Estamos no final da época 1991/92. O Benfica estava já a negociar a contratação do treinador, infelizmente já falecido, Tomislav Ivic. Nessa altura eu era jornalista do Record e fui a Marselha para tentar conversar com ele, mas nem tudo correu bem porque estava eu a chegar a Marselha e ele a sair da cidade, não sei se para tratar de alguns assuntos relacionados com o Benfica. A verdade é que

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Jorge Andrade

No Mundial de 2002, na Coreia, estávamos a sair do almoço da equipa e eu fui para uma sala que tinha uma biblioteca e computadores. O mister António Oliveira passou pela sala, estava lá eu e o Jorge, o recuperador físico, tropeçou e caiu, partiu-se todo. Foi antes do célebre jogo com a Coreia, em que ele foi de muletas. Quando chegámos para o socorrer, depois de ele ser assistido, disse: “Jorge, se eu

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Pete Tha Zouk

Em 2011, tinha acabado de lançar as minhas compilações do Infinity, e a Selecção portuguesa de futebol estava a estagiar no Algarve. Sou amigo do roupeiro da Federação, o Tofinha, e em conversa ele perguntou-me: “queres aqui passar para dares uns exemplares à malta? Vamos estar aqui pelo Algarve, em Vale do Garrão, se quiseres passa aí.” E aquilo ficou-me, achei que seria altamente!

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Hassan

Quando o meu filho mais velho nasceu eu jogava no Farense. Éramos para ir jogar a Aveiro e a minha esposa estava no hospital. Entrou na quinta-feira e tínhamos a viagem na sexta-feira de manhã, às 8h30. Então cheguei ao estádio e disse ao Paco Fortes que não ia sair de Faro. E ele ficou surpreendido: “como não vais? Estás maluco?” Insisti que não ia e disse-lhe que era o meu primeiro

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Davide Pinheiro

O meu coração só tem uma cor: a música e o futebol. Tenho sido um afortunado que faz da paixão profissão e vive daquilo que gosta da forma em que acredita mas o futebol pára-me os ponteiros. À noite, quando acabo o trabalho passo horas a jogar FM – a métrica do Steam não mente: 526 horas, ou seja duas semanas e meia não gastas em filas para a 25 de Abril; ao fim-de-semana, o futebol é o

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