Pedro Martins

No meu primeiro ano de sénior, estava no Feirense, tive como treinador o Henrique Nunes. Nesse Verão tinha feito muitos jogos de futsal, na altura chamava-se futebol de salão. Gostava muito de fazer aqueles jogos e fiz vários em Fornos, na minha aldeia. Num célebre treino há uma situação em que dou um toque de calcanhar e o Henrique Nunes ficou todo chateado. Pegou no apito, soprou de uma

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Hugo Gonçalves

Eram vozes que se começavam a ouvir à tarde e prosseguiam noite dentro. Lembro-me dessas vozes na primavera que já se aproximava do verão, trazendo consigo promessas de gloriosos jogos europeus e a chegada das férias grandes. Vozes que saíam das ranhuras dos aparelhos de TV gordos e pesados, só dois canais, nenhum controlo remoto, a família inteira suspensa do ecrã abaulado e presa

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Domingos Paciência

Há um momento da minha carreira, na transição de júnior para sénior, que acaba por ter muita influência no meu futuro como jogador. Vinha da formação de iniciados e juvenis e não tinha jogado muito e como júnior cheguei a andar a treinar como guarda-redes. Em virtude da falta de jogadores para essa posição pediram-me para ir para a baliza. Foi um período de desânimo e de algum

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Manuel Damásio

Em 1994, um dos piores anos da história do Benfica em termos financeiros, o Sporting levou dois jogadores por terem ordenados em atraso e um deles foi o Paulo Sousa. Já próximo do final dessa época, o Benfica ia com um ponto de avanço sobre o Sporting e foi a Alvalade. Ia ser um jogo importantíssimo e o campeonato ia ficar dependente desse resultado.
Chovia, numa noite em que o estádio estava completamente cheio, e eu tinha um processo no qual

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Vasco Faísca

Já tive várias vezes a oportunidade de escrever sobre episódios engraçados, peculiares ou até desagradáveis que foram acontecendo ao longo da minha carreira de jogador, por isso hoje, para fugir à regra, vou despir a veste de jogador e contar-vos algo dos tempos em que ainda não acumulava a profissão de futebolista com a “profissão” de adepto de futebol que sempre tive.
Esta é uma estória que

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António Magalhães

Acordo estremunhado num quarto de hotel em Donetz. Julgo ter dormido várias horas, tamanho era o cansaço de uma viagem que tinha começado na véspera depois de um Sporting-FC Porto em Alvalade. Tomo um duche e desço para o restaurante. Servem-me um bife. Estou cada vez mais confuso. Olho para o exterior, parece-me estar escuro. Já é hora de jantar? Decididamente, perdi a

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Duarte Gomes

Os árbitros não têm adeptos. É normal. Os protagonistas, os fazedores de magia, as verdadeiras estrelas do jogo são os jogadores e os clubes que em cada momento representam. É o seu talento, a sua imprevisibilidade, técnica e a sua força que devem ser premiados por adeptos sequiosos de bom futebol e vitórias. E bem. Mas houve um fim-de-semana em que eu, ainda árbitro, tive o meu momento

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Victor Espadinha

Em 1963 comecei a trabalhar como locutor, fazendo um programa aos domingos chamado “Domingo Alegre”. Tinha acabado de sair da tropa, uma tropa muito “acidentada” e eu era muito requisitado para fazer vários programas. Nas “Produções Golo”, do António Alves da Fonseca, trabalhava um dos maiores relatores desportivos que Portugal já teve: o Amadeu José de Freitas que tinha sido

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Iordanov

Uma das histórias mais engraçadas que me aconteceu foi quando o Sporting ganhou a Taça de Portugal, em 1995. Ganhámos 2-0 ao Marítimo e no final fui um dos escolhidos para ir ao controlo anti-doping. Fomos quatro, dois de cada equipa, directamente para uma sala com os médicos. Não tenho a certeza, mas acho que um dos jogadores que também foi sorteado foi o guarda-redes do Marítimo, o

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Paulo Almeida

2 de Outubro de 1994. Jogava-se a 6ª jornada, e o Benfica recebia em casa o FC Porto. Como acontecia em todos os clássicos (e também com a maioria dos jogos do campeonato), o meu pai levou-me ao antigo Estádio da Luz para vibrar com este jogo ao vivo. Um jogo que nunca mais irei esquecer pela promessa que fiz a mim mesmo quando terminou.

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José Carlos

Das histórias que mais me marcaram no futebol passaram-se com um treinador que tive no Portimonense, o Paulo Roberto, com quem vivi alguns episódios engraçados. Foi o treinador que a meio de uma discussão com o Cadorin lhe deu uma cadeirada. Só para que vejam a peça.
Tenho uma história que me marcou logo ao início. Quando o Benfica comprou o Pacheco e o Augusto

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Miguel Guedes

No dia da inauguração do Estádio do Dragão, no mítico dia 16 de Novembro de 2003, o FC Porto jogou com o Barcelona e ganhou por 2-0, com golos de Derlei e Hugo Almeida. Quando entrou um miúdo chamado Lionel Messi, a estrear-se nesse jogo com a camisola principal do Barcelona bem à minha frente, substituindo Fernando Navarro ao minuto 75, estava longe de pensar que presenciava outro

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Ricardo Gomes

Uma das coisas mais marcantes a que assisti aconteceu no FC Porto-Benfica em que ganhámos 2-0, em 1991. Foi uma vitória que nos deixou muito perto de conquistar esse título. Um jogo dificílimo, o Porto tinha um bom time. O ataque era Kostadinov e Domingos, Vitor Baía era o goleiro e a zaga era Geraldão e Aloísio. Que bela zaga! O Artur Jorge era o treinador do Porto, a gente com a dupla

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Ljubomir Stanisic

Esta história não tem directamente a ver com futebol, mas mais com a alimentação antes de um jogo. Portugal ia jogar com a Bósnia e, como sou de Sarajevo, telefonaram-me para os receber e tratar bem deles.
Não podiam beber álcool, tudo bem, eram sumos detox e assim e assado, os dirigentes é que estavam

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Cadu

Tenho uma história na Roménia. Faltavam três jogos para acabar o campeonato e tínhamos um derby: CFR Cluj contra Universidade de Cluj. No minuto 30, o árbitro assinalou um penalty a nosso favor. Eu marquei o penalty e fui festejar perto da claque do Universidade. Estávamos na recta final do campeonato, era um derby e libertei ali toda a adrenalina que aquele momento proporcionou. Em caso

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Alexandra Lencastre

Como actriz, interessam-me todos os espectáculos que impliquem partilhar ao vivo as emoções com o público e não deve haver espectáculo mais efervescente do que num campo de futebol. Com muita pena minha, o teatro não chega lá perto, por ter um conteúdo mais complexo e transmite mensagens mais profundas, logo é uma arte, não é um desporto. Chega a outro nível, é mais interior e contido.

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Sá Pinto

Tive várias lesões graves no joelho, fui operado cinco vezes, e na segunda vez tinha ali uma situação difícil de resolver porque o problema surgiu antes do Mundial da Coreia, em 2002.
Estávamos no final de 2001 e lesionei-me gravemente, uma rotura do cruzado anterior. Senti que não tinha o joelho suficientemente forte e estável para jogar ao nível a que teria de jogar, tentei fazer a

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João Malheiro

Para alguns, cansativamente. Para outros, emocionadamente. Para mim, imperativamente. Disse, digo e direi que antes de saber que me chamava Malheiro, tão-só João, ou Joãozinho na expressão de afecto familiar e de outras origens próximas, já sabia dizer Eusébio, já sabia quem era Eusébio, já venerava Eusébio.

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Álvaro Magalhães

Estava na Académica, com 19 anos, a fazer uma época fantástica e a ser cobiçado por todas as equipas: FC Porto, Sporting e Benfica. Era o meu segundo ano de seniores. Subi aos seniores e subimos logo de divisão, era o Pedro Gomes o treinador. Foi ele que me lançou. Um grande homem, nunca tinha medo de lançar jovens. Depois fiz essa época com o Mário Wilson e fui para o Benfica.

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Sara Aleixo

Pertenci às Mulheres de garra, que era um grupo de adeptas do Sporting. Ainda guardo o cachecol que tínhamos. Esta história passou-se há uns sete ou oito anos. Íamos ver alguns jogos, ficávamos num camarote do estádio de Alvalade, e uma vez elas chamaram-me para irmos lá abaixo durante o intervalo. “Mas vamos lá abaixo fazer o quê?” e elas: “vamos participar num concurso. Temos de ir

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