Francisco Mendes

Tenho muitas histórias à volta do Benfica e do futebol. Lembro-me sempre de uma ida ao Porto aquando da nossa vitória por 2-0, com golos do Nuno Gomes. Fomos daqui de Santa Apolónia de comboio e foi uma viagem completamente alucinante com a claque, fui com os Diabos Vermelhos. Também participei no disco de comemoração dos 20 anos da claque, cantei um tema para eles. Eram

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Paulo Grilo

Estive ligado ao Toni durante seis anos, ele é uma figura fantástica. Vou contar uma história que, para mim, se não for a melhor história de futebol de sempre, está no top de certeza absoluta. Estávamos no Irão, no Tractor, a lutar para sermos campeões. Mas na altura passámos por uma fase em que se meteu a Liga dos Campeões pelo meio do campeonato e em duas semanas estivemos três jogos sem

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Valéria Carvalho

Boas recordações da minha vida estão ligadas ao futebol, mais especificamente aos campeonatos mundiais. Como brasileira, vivi sempre intensamente todas as Copas e cresci ouvindo diariamente os nomes de Pelé, Jairzinho, Tostão, Rivellino, Gérson, Clodoaldo, Piazza e Carlos Alberto Torres, time da Copa de 1970.

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Mário Jorge

Na época em que representei o Benfica, em 1992/93, estávamos todos motivados pelo plantel que tínhamos e pelo facto de irmos ser treinados por uma referência mundial, com um currículo invejável, como era o caso de Tomislav Ivic.
Já no estágio de pré-época realizado na Suécia ficámos um pouco perplexos com o sistema que queria

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José Manuel Freitas

Estamos no final da época 1991/92. O Benfica estava já a negociar a contratação do treinador, infelizmente já falecido, Tomislav Ivic. Nessa altura eu era jornalista do Record e fui a Marselha para tentar conversar com ele, mas nem tudo correu bem porque estava eu a chegar a Marselha e ele a sair da cidade, não sei se para tratar de alguns assuntos relacionados com o Benfica. A verdade é que

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Jorge Andrade

No Mundial de 2002, na Coreia, estávamos a sair do almoço da equipa e eu fui para uma sala que tinha uma biblioteca e computadores. O mister António Oliveira passou pela sala, estava lá eu e o Jorge, o recuperador físico, tropeçou e caiu, partiu-se todo. Foi antes do célebre jogo com a Coreia, em que ele foi de muletas. Quando chegámos para o socorrer, depois de ele ser assistido, disse: “Jorge, se eu

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Pete Tha Zouk

Em 2011, tinha acabado de lançar as minhas compilações do Infinity, e a Selecção portuguesa de futebol estava a estagiar no Algarve. Sou amigo do roupeiro da Federação, o Tofinha, e em conversa ele perguntou-me: “queres aqui passar para dares uns exemplares à malta? Vamos estar aqui pelo Algarve, em Vale do Garrão, se quiseres passa aí.” E aquilo ficou-me, achei que seria altamente!

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Hassan

Quando o meu filho mais velho nasceu eu jogava no Farense. Éramos para ir jogar a Aveiro e a minha esposa estava no hospital. Entrou na quinta-feira e tínhamos a viagem na sexta-feira de manhã, às 8h30. Então cheguei ao estádio e disse ao Paco Fortes que não ia sair de Faro. E ele ficou surpreendido: “como não vais? Estás maluco?” Insisti que não ia e disse-lhe que era o meu primeiro

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Davide Pinheiro

O meu coração só tem uma cor: a música e o futebol. Tenho sido um afortunado que faz da paixão profissão e vive daquilo que gosta da forma em que acredita mas o futebol pára-me os ponteiros. À noite, quando acabo o trabalho passo horas a jogar FM – a métrica do Steam não mente: 526 horas, ou seja duas semanas e meia não gastas em filas para a 25 de Abril; ao fim-de-semana, o futebol é o

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Hilário

Na altura em que fui para Itália, na época 98/99, já lá vão uns aninhos, quando em Janeiro troquei o Chaves pelo Perugia, fiz a estreia no campeonato num jogo com o Inter, em casa, com o estádio completamente cheio. Para mim foi uma diferença muito grande. O meu último jogo aqui foi com o Sporting, empatámos 2-2, na semana seguinte estava a jogar contra o Inter do Ronaldo, Roberto Baggio, Simeone…

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Alfredo Brito

Dia 7 de Julho de 2006. Como locutor fui chamado para fazer um trabalho pelas 10h30 da manhã. Não sabia o que era. Quando me disseram que se tratava do lançamento do Kit Sócio do nosso Sport Lisboa e Benfica fiquei bastante satisfeito. Esclareço que já fiz filmes tocantes para a AMI, para a Associação Nossa Casa, etc., mas este foi o mais difícil. Ao ver o filme, a voz embargou-se e no

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Matt Jones

Às vezes são as decisões mais pequenas e insignificantes que mudam vidas. Outras vezes são as grandes decisões que se tornam arriscadas. E foram estas últimas que mudaram a minha vida em 2005. Depois de terminar contrato com o West Bromwich Albion e de me tornar um jogador livre, decidi arriscar tudo e mudar-me para os Estados Unidos. Com apenas 18 anos deixei para trás a Inglaterra, a

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Jaime Cancella de Abreu

Quando o livro do Mourinho estava para ser lançado, algures pelo final de Junho de 2003, fui um dia almoçar a Setúbal com ele e com o Luís Lourenço, que foi quem escreveu, para lhes mostrar todo o design do livro, muito arrojado para a época. Almoçámos e no fim da refeição abri a pasta e tirei a maquete da paginação e da capa do livro para o Mourinho ver, porque para mim era muito importante

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Mauro Airez

Quem foi treinado pelo Mário Wilson é impossível que não tenha uma boa história para rir, porque é um homem fora-de-série, espectacular. Mantinha o grupo sempre unido e divertido. Obviamente que impunha seriedade no treino, mas quando era para brincar ele era o primeiro a fazê-lo. Um dia estávamos a treinar no relvado principal do antigo Estádio da Luz, a rematar à baliza. Houve o

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Gonçalo Ventura

Em 2006, durante o Mundial, estive 45 dias na Alemanha e fui para lá para fazer histórias. Primeiro com o Brasil, que foi sempre uma aventura, era uma realidade completamente diferente da nossa. Depois quando o Brasil foi eliminado pela França, em Frankfurt, o Paulo Sérgio, que era quem coordenava, e como Portugal já não estava a partir das meias-finais, mandou-me fazer o resto. Então

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Diogo Luís

Corria o ano de 2000 e estava na equipa B do Benfica. Num certo jogo, o treinador de então, José Morais, decidiu adaptar-me a lateral esquerdo. A minha posição nas camadas jovens foi sempre médio centro ou interior… Esta alteração acabou por fazer toda a diferença na minha carreira. Seis meses mais tarde, o Benfica contrata José Mourinho. Não tendo na altura soluções que lhe agradassem, foi

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Joaquim Evangelista

A minha relação com a bola é metafísica, adoro jogar futebol, adoro futebol. Quando era miúdo e adolescente a bola estava primeiro, depois a namorada. Ainda hoje, não necessariamente com a namorada, acontece, tenho esse lado inexplicável. Nasci em Bragança, Trás-os-Montes, e vivi, até aos 18 anos, junto ao castelo, dentro das muralhas, ao lado da “Domus Municipalis”. A parada da tropa

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André Campos

Duas das minhas grandes paixões na vida são ver futebol e viajar. Sempre que possível gosto de juntar as duas. Em Dezembro de 2010 dei “um saltinho”, de miniférias, a Istambul. Uma cidade fantástica, dividida entre a Europa e a Ásia, onde se sente o peso da história a cada esquina. Numa das manhãs, assim que saí do hotel, comecei a ver muitas pessoas com a camisola do Galatasaray

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Rui Gomes da Silva

PORTO–BENFICA (0-0), 27 DE MARÇO DE 1983. Nasci – como é público, nesta fase de mediatização aguda da minha existência – no Porto, de onde, depois de sete anos no Liceu de Alexandre Herculano, parti, aos dezoito anos, para Lisboa, para frequentar a Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Desde então, o que era conseguido com programas de fins-de-semana ou de períodos de

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Vasco Varão

Estávamos a meio da temporada 2003/04 quando saiu de treinador principal o Professor João Santos para entrar o Rui Esteves no Clube Desportivo Olivais e Moscavide. Para quem só conhecia o Rui Esteves de o ver jogar na TV (e que jogador era), e ainda no início da minha carreira, foram muitos os bons momentos que passei com ele e com os meus colegas. O Rui sempre foi chegado a nós, quando

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