Nelson Rosado

Há muitos anos fui federado em futebol de 11 no Amora. Fui até ao segundo ano de iniciado, era extremo direito. Joguei algumas vezes também a lateral direito, tudo o que era corredor direito era comigo. Era um miúdo que gostava muito de correr, eles diziam que eu tinha velocidade. Foram tempos engraçados, na altura morava no Laranjeiro, perto de Almada, e o clube pagava-me o passe

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Luís Boa Morte

Em 2002, jogava no Fulham, estava num treino a dois dias de um jogo. O treinador era o Jean Tigana e ele não me meteu na equipa que ia ser titular no sábado. Fiquei com azia, não estava contente por saber que ia ficar de fora. Normalmente a equipa que vai ser titular treina contra os suplentes, então ele meteu-me na outra equipa, a defesa esquerdo. O Tigana pediu-me para fazer uma diagonal quando

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Pedro Boucherie Mendes

Gosto de futebol limpo, sem casos, bem jogado. Detesto a ideia de ganhar no último minuto com um golo com a mão. Não sou nem santo nem a melhor pessoa do mundo, mas tenho um problema com fanatismo e intolerância (que não é mesma coisa que fanatismo como estratégia de persuasão) e com a violação das regras aceites pelas duas partes. No nosso país não gostamos de futebol, mas sim que

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José Viterbo

Tive uma situação muito engraçada quando treinava os infantis da Académica. O Zé Castro fazia parte dessa equipa, tínhamos um grupo muito bom, muito forte. Nesse ano praticamente só perdemos com o FC Porto, era uma equipa fortíssima.
No intervalo de um jogo, que não nos estava a correr muito bem, perguntei aos miúdos o que é que se

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Diogo Batáguas

Estive na Luz, na final do mundial de sub-20 em 1991. Que honra, não é? Tinha 6 anos, adormeci e não me lembro de nada. Eu sei, absurdo.

Como tantos putos da minha geração, o meu sonho era ser jogador de futebol. Guarda redes, no caso. Naturalmente, aproveitei umas captações e fui jogar para um clube perto de casa. Fiz a formação no

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Cafú

Saí daqui a meio da época, troquei o Boavista pelo Siegen, da II Liga alemã, no último dia das inscrições, em pleno Inverno e foi num ano de nevão. Ainda por cima o clube não tinha grandes condições e naquela altura eu estava a recuperar de uma pubalgia, precisava de fazer uns trabalhos de reforço. Perguntei onde é que era o ginásio e responderam-me que não tinham, então aqueles

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João Gil

Tinha eu 14 anos quando a minha família se mudou para a Av. São João de Deus, ali às avenidas novas, em Lisboa. Acabado de chegar da Covilhã, belo sítio para nascer com a força nas pernas necessária à prática desportiva visto que é sempre a subir ou sempre a descer.
Era o futebol o grande facilitador da minha integração junto dos novos amigos da segunda infância.

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Duílio

Houve um episódio que me marcou muito na minha passagem por Portugal. Nós estávamos concentrados já no hotel antes de um jogo contra o Portimonense e ligaram-me da minha casa a dizer que o meu filho mais novo, o Vinícius, estava nas urgências do hospital.

Desci, já de madrugada, foi por volta da uma da manhã, e estava a haver uma reunião entre os

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Rui Reininho

Recordo uma viagem que fiz a Itália a convite da Federação e foi muito engraçada porque fiquei a conhecer aquela gente toda ligada ao mundo da bola. Foi um Itália-Portugal, de qualificação para o Mundial de 1994, nos Estados Unidos, em que perdemos 1-0 no San Siro. Estava nos tops em 92, com o Rock in Rio Douro, era uma pessoa importante nas comitivas, e foi muito divertido. Conheci o Jorge

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Ricardo Esteves

Entre muitas histórias da minha carreira como jogador, recordo-me de uma no Campeonato do Mundo de Sub-20, na Nigéria, em 1999. Nos quartos-de-final, contra o Japão, estávamos empatados 0-0 a 15 minutos do apito final do encontro. O Sérgio Leite, o nosso guardião, sofreu uma entrada dura, fracturou a clavícula e foi obrigado a sair. Nós já tínhamos feito todas as substituições e, desde logo, ofereci-me

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João Fernando Ramos

Como é sabido, pelo menos no meu círculo de amigos mais próximos, não sou grande apreciador de futebol e isso deve-se também a não saber jogar. Nasci perto de um campo de râguebi, na Lousã, e a primeira bola que chutei não era redonda, era oval. Para mim é fácil pegar numa bola de râguebi e colocá-la em qualquer parte do campo, mas com uma bola redonda é muito mais difícil.

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Carla Couto

Uma das histórias que recordo aconteceu na época em que fui campeã nacional pela primeira vez, em 1999/00, pelo 1.º Dezembro. Tinha uma operação ao maléolo peroneal marcada, tinha posto uma placa com sete parafusos e o do tornozelo já estava mesmo quase a sair. Já me estava a magoar e estava sujeita a levar uma pancada e poder rasgar, aquilo podia complicar-se. Telefonei ao médico e disse-lhe:

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Rita Nabeiro

Era uma segunda-feira como tantas outras. Os passos pesados e apressados do professor César já se ouviam no fundo do corredor. Ainda não eram 08h00 quando entrou na sala de aula e despiu o fato de mota que pingava por causa da chuva. Com uma voz grave e forte que ainda hoje ecoa na minha memória, restabeleceu a ordem no grupo de adolescentes que tinha pela frente. Antes de começar

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Gonçalo Brandão

Das histórias mais engraçadas que vivi e, ao mesmo tempo, um episódio que foi complicado naquele momento passou-se num Inter-Siena. Foi um jogo de fim de campeonato, na antepenúltima jornada de 2008/09, com o Inter já campeão, com Figo, Quaresma e Mourinho, e tinha o Ibrahimovic na corrida pelo título de melhor marcador.

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Catarina Matos

Quando eu era miúda, com uns 5 anos, o meu clube era o Estoril. Não era porque morava lá perto, eu cresci na Mealhada. Nem nunca tinha ido ao Estoril, nem sequer sabia que era o nome de uma terra. A razão pela qual eu era do Estoril era muito simples: eu adorava amarelo.
Parece-me uma razão mais do que plausível para ser torcedora de um clube. Não escolhemos os

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Vítor Manuel

Cheguei ao Leça no final de 1997, à 7.ª jornada. Cheguei a uma quarta-feira e jogávamos nesse domingo com o Campomaiorense em casa. O Leça estava em lugar de descida, acho que em último. Nessa quarta-feira treinámos e vi que o clube tinha alguns bons jogadores, casos do Constantino, do Pedro Estrela, do Cristóvão, do Serifo, do Tozé, campeão do Mundo em Riade, enfim, eram vários,

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Pedro Vieira

Esta história passa-se na altura do Mundial de juniores de 1991, que foi mais ou menos por esta altura do ano, se não me engano. Tinha 15 anos e suponho que a escola já tivessse acabado ou que estivesse perto do fim, porque estava numa manhã folgada com malta do meu bairro. Ouvíamos muito a rádio Cidade, creio que nessa altura já não era pirata, era também uma fonte de música, e de repente

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Milovac

Recordo a minha passagem pelo futebol português com muita saudade. O espírito de grupo que tínhamos no Salgueiros era muito forte, era a verdadeira alma salgueirista! Uma das brincadeiras que fazia com o Djoincevic era ensinar asneiras em sérvio aos restantes jogadores, principalmente aos mais novos, como o Sá Pinto e o Renato. O Nikolic às vezes também participava, mas não brincava

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Germano Campos

Há uns anos, durante um estágio da Selecção Nacional, ainda no Hotel Amazónia, em Oeiras, hoje é na Cidade do Futebol, eu, devido às relações de amizade com o Nuno Gomes, na altura capitão do Benfica, combinei com ele uma entrevista. Disse-lhe:
– Olha Nuno, se não te importas, qual é a melhor hora para ir ter contigo ao hotel para falarmos?

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Idalécio

Quem me conhece sabe bem o difícil que era arranjar chuteiras com o tamanho 47, sempre tive uma grande dificuldade. Ainda para mais naquela altura, final dos anos 80, início de 90, agora já se vão vendo de várias cores e tamanhos, mas quando comecei era complicado. Nos juniores, no Louletano, acabei por fazer alguns jogos de sapatilhas, uma vez que jogávamos num campo pelado, sem relva. Às

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