Diamantino Miranda

Ao longo da minha carreira tive vários episódios marcantes e o mais negativo foi na época de 87/88, talvez a minha melhor em termos de rendimento, quando a quatro dias da final da Taça dos Campeões Europeus sofri uma lesão grave no joelho, uma rotura de ligamentos cruzados, e fiquei afastado desse jogo em Estugarda, com o PSV. Já tinha participado numa final da Taça UEFA, o Benfica estava

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Lourenço Ortigão

Na época passada fui à Turquia ver o Benfica contra o Besiktas e estávamos a ganhar 3-0 ao intervalo. E os gajos em Istambul são completamente loucos, avariados da cabeça. Mas mesmo! Não se sentam um segundo, passam o jogo de pé. Então estávamos a ganhar 3-0 ao intervalo, os gajos a cuspirem-nos em cima e nós super contentes com o resultado. Os seguranças não nos deixavam sair dali, tudo à

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Seninho

Fiz quatro meses de recruta em Paramos, em Espinho. Fui para enfermagem e fui tirar a especialidade a Coimbra. Quando lá estava pedi autorização ao Mário Campos e ao Vítor Campos, dois jogadores que foram ex-líbris da Académica, isto em 1970, para ir lá treinar. E disseram-me que tudo bem. Fui treinar e veio o Juca, o treinador, e perguntou-me:

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Rui Xará

A primeira história reporta-se ao já longínquo ano de 1987, ao apuramento de Portugal para o Euro’88, que foi conquistado pela famosa equipa da Holanda, onde pontuavam jogadores como o Frank Rijkaard, o Ruud Gullit e o Van Basten, talvez o melhor ponta de lança finalizador de sempre do futebol europeu e mesmo mundial.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Geraldo Alves

Na altura do Mourinho no Benfica, ele chamou-me a mim e ao Nuno Abreu para treinarmos com a equipa principal. O João Tomás estava muito bem, ia à Selecção e tudo, e foi na véspera do jogo contra o Sporting, o último do Mourinho. Nessa semana houve um treino em que começou a chover torrencialmente mas o Mourinho não estava nem aí, o treino era para continuar. E houve um lance com

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Alfredo

Esta história passou-se em Itália, em Florença. Na minha altura de jogador, há 30 anos, nós não tínhamos treinador de guarda-redes. Tínhamos treinador principal, treinador adjunto e preparador físico, não havia mais nada. Então nesse jogo com a Fiorentina, estou no balneário, estou equipado, pronto para ir fazer o aquecimento para o jogo, e de repente aparece o senhor major Valentim Loureiro. Entra

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Carlos Manuel Albuquerque

Uma boa reportagem requer sempre muito planeamento e investigação, certo? Errado. Em agosto de 2011, o Mónaco engalanou-se para a final da Supertaça Europeia entre FC Porto e Barcelona. A RTP destacou-me para fazer a reportagem habitual nestas ocasiões e foi logo na manhã seguinte à aterragem no principado que o fascinante mundo do inesperado me veio parar às mãos.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

António Livramento

Tenho uma história engraçada quando saí do Ginásio de Tavira. Aqui ainda era futebol amador e saí logo para o Benfica. Para mim tudo lá era novidade. Houve um estágio que fiz no Benfica em que fomos aos Açores e fiquei logo no quarto com um dos mais loucos e mais profissionais da equipa, o central Nuno Abreu.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Maria João

Não tenho muitas histórias de futebol porque não sou propriamente uma aficcionada, mas sou sportinguista ferrenha e da Selecção Nacional, embora não perceba grande coisa de futebol, essa é a verdade. Mas tive uma história que achei engraçada que foi justamente com o Egberto Gismonti, com quem tive agora estes concertos no CCB e na Casa da Música, dias 9 e 11, que se passou no Europeu

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Silas

Fui para o AEL em Janeiro de 2011. Normalmente no Chipre entram cinco jogadores em Janeiro e têm de sair cinco. Como lá havia limite de estrangeiros e eles tinham, salvo erro, 17 estrangeiros, entrámos cinco e tinham de sair cinco. Um dos que saiu foi o Ndikumana, um jogador do Ruanda. Ainda estive com ele uma ou duas semanas. Alguns africanos ligam muito a bruxaria e coisas assim do género e o

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Sérgio Sousa

Não gosto de futebol, enquanto desporto. Bem, gosto mas tento convencer-me que só não joguei, só não joguei mais, porque não gostava. Na verdade, tenho pés de chumbo e mãos de manteiga.
Praticar um desporto de equipa quando não se tem jeito é uma chatice, para nós e para os outros. O nosso melhor amigo passa a ser o banco enquanto o resto da equipa nos fala da importância para o

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Pitico

Na época de 1988/89, o Farense teve como treinador o José Augusto, depois o Malcolm Allison, o inglês que treinou o Sporting e o V. Setúbal. Por acaso tínhamos uma equipa muito boa. O gajo chega aqui e tirou todos os negões da equipa. Tirou todo o mundo, tudo no banco! Nos dois primeiros jogos ainda joguei, mas ele só me dizia “cross, cross”. Eu cruzava, mas queria ir para cima, fazer golos e

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Paulo Azevedo

Quando acabei o curso de treinador depois mandei alguns e-mails para ir estagiar em clubes. Fui dar uma palestra à Academia do Sporting, outra à Dragon Force, do Porto, e na altura eu tinha feito uma reportagem para a SportTV e o director tinha o e-mail do Mourinho. Mandei um e-mail para ele, que depois reencaminhou para o Mourinho, que na altura estava no Real Madrid. Foi em 2011, quando

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Jaime

A vitória do Belenenses na Taça de Portugal da época de 1988/89, frente ao Benfica, começou pela táctica do Marinho Peres. Começámos a jogar com dois laterais direitos, três centrais, dois laterais esquerdos, dois trincos e o Chico Faria na frente para se safar. Ficámos surpreendidos porque nunca tínhamos jogado assim, mas deu resultado.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Nuno da Câmara Pereira

Fui eu o criador da “finta”, hoje conhecida por “finta Cristiano Ronaldo”. Sim, fui eu! Sempre desejei e amei jogar futebol. Éramos muitos os amigos e, com meus dois irmãos mais velhos, vivíamos sempre empolgantes momentos após irmos assistir em Évora, onde vivíamos, aos fantásticos desafios entre o Lusitano de Évora e outras equipas da I Divisão. Juntavamo-nos no bairro onde vivíamos e entre todos

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Ricardo Lopes

O “nosso grupo” no Estrela da Amadora era inigualável em todos os sentidos, havia sempre palhaçada em todos os momentos. O Bobó na altura tinha um carro pequenino, salvo erro um Fiat, e eu e o Pedro Barny tínhamos combinado esconder-lhe o carro. Acabou o treino e já tínhamos combinado ir buscar as chaves ao bolso das calças do Bobó. E assim foi feito. Tirámos as chaves e antes do banho fomos

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Miguel Szymanski

O chefe de redacção no Semanário Económico, o primeiro jornal em que trabalhei como redactor, deu-me as boas vindas. “Com que então alemão. Grande equipa a de 74”. Levantou o sobrolho: “Sabes com certeza os nomes dos jogadores da Mannschaft?”. Massajei ao de leve a têmpora com o indicador num esforço de libertar alguma cultura futebolística. Não saiu nada. Já tinham passado uns 20 anos

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Acácio Santos

Em 2012/13 fui trabalhar para a Malásia com o Divaldo Alves. Ele era o treinador principal da equipa A, fui como adjunto da equipa A e como principal dos Sub-21. Tudo era focado na Premier League da Malásia, depois havia o campeonato dos Sub-21.
Uma vez, durante um jogo, e eu não sabia disto, o árbitro pára o jogo. Fiquei surpreendido com aquela

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Mário Pardo

Houve duas cenas que recordo relativamente a episódios ligados ao futebol. Um foi uma vez que fui ver um jogo do Mundial de juniores em 1991, e à minha frente estavam uns gajos cegos a “ver” o jogo e nunca mais me esqueci daquilo. Os gajos estavam ali a assistir ao jogo, quando a malta fazia a onda eles sentiam a energia, levantavam-se e levantavam os braços como o resto da malta, e estavam ali a

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Magnusson

Passei cinco anos muito felizes no Benfica. O Silvino era o meu grande amigo. Recordo as duas finais da Taça dos Campeões com muita saudade. Perdemos as duas, mas tivemos muito mérito em chegar lá. Nunca vou esquecer como era entrar na antiga Catedral, aquelas enchentes nas meias-finais com o Steaua de Bucareste e o Marselha… Durante cinco anos fomos uma das melhores equipas da Europa.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler