Nuno Pinto

Quando fui para a Ucrânia, acertei as coisas com o Tavriya Simferopol na pré-época e eles estavam na Turquia, em Antalya. Assinei o contrato, comecei a treinar, tudo bem, e faltava uma semana e meia para começar o campeonato. O primeiro jogo era contra o Dínamo de Kiev, jogava lá o Miguel Veloso.
Chegamos à Ucrânia e o aeroporto estava fechado, havia uma data de tropas com metralhadoras, só

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Sensible Soccers

Não é à toa que nos chamamos Sensible Soccers. Somos grandes aficionados da modalidade e desde cedo nos habituámos a apoiar o Rio Ave no Estádio dos Arcos ou em campos alheios.
Fomos atletas das camadas jovens do clube (infantis, iniciados e juvenis), jogámos com o Miguelito e o André Vilas Boas, e vibrámos com craques como Quim Vitorino, Niquinha, Gama e, claro, Sob Evariste

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Paulo Machado

Na inauguração do Estádio do Dragão tínhamos um palco no meio do relvado e estava toda a gente à espera para ver de onde é que iam sair os jogadores. Nós estávamos todos debaixo do palco e tínhamos lá duas televisões para podermos seguir o espectáculo até que chamassem os nossos nomes.

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Vítor Vicente

A ideia de festejar o aniversário a 14 de Fevereiro apresenta-se um problema tão insolúvel quanto a própria vida. Em 2016, à falta de parceira, decidi auto-presentear-me com um jogo da Premier League e a companhia duma amiguinha londrina.
Inábil para adquirir o bilhete através da Internet, agarrei no telemóvel (na verdade, agarrar é um verbo

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João Seabra

Tenho uma história que me marcou quando era mais pequenito, devia ter os meus 14 anos, que foi um jogo que o FC Porto fez, ainda no antigo Estádio das Antas, no último jogo antes de rebaixar o estádio. Foi no campeonato de 1985/86. Na última jornada havia um FC Porto-SC Covilhã e um Boavista-Benfica e o FC Porto tinha de fazer o mesmo resultado que o Benfica para ser campeão.

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Joaquim Teixeira

Na minha primeira época no Leça, em 1993/94, substituí o Frasquinho, o António Frasco. Eu tinha saído do Nacional da Madeira, eles estavam em último lugar, e fui para o Leça. Chegámos ao final da primeira volta ainda no último lugar e disse ao presidente:
– Presidente, as coisas não estão a melhorar, portanto quero fazer aqui uma limpeza no balneário ou

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Conceição Queiroz

Aproximava-se o Mundial de 2018 e tive uma ideia, de entrevistar vários jogadores da Selecção, que propus ao Sérgio Figueiredo, o meu director de informação, e ele disse-me que sim, de imediato. Apenas me perguntou se conseguia porque falava-lhe de nomes que, à partida, pareciam quase impossíveis. Disse-lhe que sim, mas, na verdade, ainda não tinha nada! O meu director confia em mim

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Renato

Estava no Estrela da Amadora, mais ou menos em 1995, e o treinador era o Fernando Santos. Na altura só havia botas pretas e eu tinha um patrocínio da Adidas, que lançou as primeiras botas de cor. As minhas eram brancas, mas mais ninguém tinha de cor. Apareci no treino com elas, cheio de estilo, vira-se o Fernando para mim, depois de me ter mirado de alto a baixo:

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Rita Mendonça

Escolhi dois episódios da minha vida profissional que me marcaram.
Em Julho de 2008 viajei até Itália em trabalho. O objectivo era acompanhar os primeiros tempos de José Mourinho ao comando do Inter de Milão. Luís Figo jogava na equipa do Inter, naquela altura, o que acrescentava interesse à reportagem.

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Jorge Ribeiro

Tenho uma história que me aconteceu na Rússia. Fomos de estágio para Antalya, na Turquia, e estavam 40 graus. Ficámos lá a fazer a pré-época e voltámos para Moscovo porque tínhamos o primeiro jogo para a Taça da Rússia.
Entrámos no avião e quando aterrámos em Moscovo estavam 24 graus negativos! Assustei-me e disse:

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Rogério Charraz

Se me perguntarem se gosto mais de futebol ou de música, terei de me valer das palavras imortalizadas na voz do Marco Paulo: tenho dois amores que em nada são iguais, mas não tenho a certeza de qual eu gosto mais…. Também não sei qual delas é a loira e qual a morena, mas sei que fico danado quando os meus concertos coincidem com os jogos do Benfica (devia ser proibido por lei!).

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Nuno Gomes

A minha passagem pela Fiorentina teve um pouco de tudo. Os primeiros tempos foram complicados logo pela dificuldade para encontrar uma casa. Os clubes têm sempre algumas casas identificadas para alugar para os jogadores, mas não gostava de nenhuma das que via, eram sempre muito velhas, e passei os primeiros meses a viver em hotéis. Mas nem isso foi fácil. Passei por três hotéis nos

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Elsa Bicho

Ainda estou para perceber como consegui virar costas ao jornalismo desportivo e ao jornal A Bola. O amor de mãe sobressai a tudo e é bem verdade. Mas tive o privilégio de, durante 18 intensos anos cheios de histórias e aprendizagens, ter privado com centenas de pessoas interessantes, fazer grandes e verdadeiras amizades, ter também apanhado valentes secas e gelado vezes sem conta pelos palcos

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Mário Sérgio

Quando fui para a Ucrânia foi um choque um bocadinho grande. Costumava dizer que ninguém ia para a Ucrânia, em tom de brincadeira, e quando lá cheguei realmente foi um choque. Não tem nada a ver com a nossa cultura e com a nossa realidade.
Logo à chegada ao aeroporto, entretanto depois fizeram um aeroporto novo em Donetsk, aquele foi

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Miguel Gizzas

Estava dois mil e quatro a meio. Nesse dia juntava-se algum amarelo ao imenso vermelho e verde, num adejar que tornava avenidas em mares de cor. Bandeiras empunhadas com a força de um sonho, bem maior do que a força de um país.
De um lado lusitanos, espanhóis do outro. De tempos a tempos será assim. E aí buscamos tudo o que

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João Afonso

Este episódio aconteceu na minha primeira época no Vitória Sport Clube. Era Outubro, e nesse ano eu estava ainda a completar o Mestrado em Actividade Física, na Escola Superior de Castelo Branco. Como me faltava apenas a tese, não era presencial, estava nessa altura de volta da tese. Na véspera do jogo com o Vitória Futebol Clube, em Setúbal, deixei-me dormir porque me esqueci de colocar o

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Rita Marrafa de Carvalho

O mês de Junho de 2010 fez-se aos saltos. De Lisboa para Joanesburgo. De Joanesburgo para Durban… Port Elizabeth. Magaliesburg, localidade onde a Selecção portuguesa de futebol montara o centro de estágio. Malas de cá, para lá. A câmara e o tripé. Hotéis e motoristas, acreditações em todas as cidades. Fazer a cobertura do Mundial de futebol era um desafio inegável.

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Erivaldo

Há sempre coisas que marcam um jogador e estas marcaram-me mesmo muito. No meu último ano no Sporting de Braga B, era o Abel Ferreira o treinador, tivemos um jantar de despedida da equipa. Estávamos a despedir-nos dos treinadores e o mister Abel disse que me queria dar uma última palavra. Virou-se para mim:

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Leonor Pinhão

Há muitos, muitos anos, era eu jornalista de “A Bola” e por razões do serviço meti-me num táxi no Largo da Misericórdia e disse ao homem que ia volante:
– Boa tarde, leve-me ao Estádio de Alvalade, se faz favor.
O homem estremeceu. Senti-lhe o frémito. Arrancou e ainda no início da Rua das Taipas disse-me com

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Cajú

Cheguei a Portugal com o Deco e, no início, passámos por algumas dificuldades. No nosso contrato com o Benfica tínhamos casa e carro, só que a gente não imaginava qual era e deram-nos um carocha preto. Aliás, foi o Alverca que nos deu o carro e a casa. Os únicos jogadores que tinham um carocha eram eu e o Deco. E era um carro para os dois, a gente partilhava o carocha!

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