Eliseu

Tenho algumas histórias curiosas passadas no futebol português. Uma aconteceu no Felgueiras, com o Diamantino como treinador. Quando ele chegou ao Felgueiras eu era o único jogador da equipa que tinha ficado, por isso ele montou o plantel todo e correu boa parte da época com jogadores como Fernando Meira, Lixa, jogadores do Guimarães. Na segunda temporada, muitos jogadores saíram e a

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João Marcelino

Um relato? Sobre a minha experiência a acompanhar o futebol? Sinceramente… sei lá! Estive em tantos países, em vários continentes, com tantas equipas…. Não sei se consigo escolher uma história! Além de que muitas delas não teriam nada a ver com futebol.
De Moscovo, daqueles 5-0 da seleção, antes da queda do muro de Berlim, lembro-me mais da guia,

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Gilberto Silva

Numa pré-época no Sporting da Covilhã o nosso treinador, juntamente com a Direcção, teve a ideia, para fortalecer o espírito de grupo, de irmos passar um dia com a GNR de montanha aqui na Serra da Estrela. São eles que fazem os salvamentos quando alguém se perde, por exemplo.
Saímos de cá às dez da noite, tivemos uma pequena apresentação com eles, depois partimos todos

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David Soares

Em 2010, era eu um rapazola com vinte e três anos de idade, de barba rala, que vivia no limite do terror depois de ter emigrado para Dublin e percebido que a vida não era um mar de rosas. O clima era frio, tinha perdido o meu emprego e a minha metade da renda estava por pagar. Vivia pela primeira vez rodeado de pessoas de etnias e países tão diferentes que seria preciso um parágrafo inteiro para

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Arsénio

A história que tenho para contar passou-se na Bulgária, na minha segunda época. Estava no CSKA Sófia e tínhamos sido eliminados da taça contra uma equipa da segunda liga e, como tal, o presidente ficou chateado e decidiu chamar um “bruxo” ao balneário, isto no dia anterior a um jogo.
O “bruxo” começou a queimar umas coisas lá dentro do balneário e a soprar o fumo contra os jogadores e contra os

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Papillon

O futebol é uma grande paixão minha, era o sonho de menino que tinha antes de começar a andar pelos caminhos da música. Comecei a jogar no 1º Dezembro e depois também fiz formação no Sintrense e no Atlético do Cacém.
As últimas três vezes que parti os meus óculos estão relacionadas com futebol: uma delas foi numa

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Diego Barcellos

Vou contar um episódio que aconteceu comigo na China. Era a minha primeira experiência fora do Brasil, da minha terra natal, e eu estava muito empolgado por jogar fora do país. Estava mesmo muito feliz. Cheguei lá e encontrei uma cultura completamente diferente da do Brasil, mas graças a Deus consegui adaptar-me bem.

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Hugo Firmino

Joguei alguns anos em Angola e é uma realidade completamente diferente. Quando viajamos para jogar nas províncias, nas cidades fora de Luanda, após os jogos, visto que quase nenhum dos aeroportos nessas cidades é internacional, nem nos equipamos nem tomamos banho porque temos de ir a correr para o avião senão anoitece e o avião não levanta voo. E isto acontece inúmeras vezes.

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Ricardo S. Amorim

Para algumas pessoas, que até me conhecem relativamente bem, representará uma surpresa saber que o futebol faz parte da minha vida e da minha formação enquanto pessoa. Gosto do desporto, do espectáculo de massas que apaixona milhões, mas não sou um fanático que não perde um jogo, mesmo do meu clube ou da nossa selecção. Porém, estou certo de que seria outra pessoa se não

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Nuno Assis

Vivi um episódio que me marcou e que me prejudicou bastante, que foi a questão do doping. Depois de um jogo na Madeira, um Marítimo-Benfica, deu controlo positivo e até hoje ainda não percebi como aconteceu. O que acusou foi algo que todos produzimos, uns em maior quantidade que outros, não é nada que se tenha de tomar para aumentar. Há várias coisas que podem fazer aumentar esses valores,

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Teófilo Fernando

Quando tento encontrar “aquela” história… passo em revista o percurso profissional, levando-me sempre a associar cada acontecimento a pessoas fundamentais para a minha caminhada.
Começo pelos padrinhos: Carlos Daniel e Bernardino Barros.
Um pouco receoso e ao mesmo tempo deslumbrado, no antigo Estádio das Antas, foi com eles que fiz

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Bruno Moraes

Vou até jogar contra mim. Vou contar uma história engraçada, mas na altura não gostei muito. No meu primeiro ano no FC Porto era novinho, acho que era o jogador mais novo do plantel sénior, então quando cheguei treinava a semana toda com a equipa principal e, quando não era convocado, jogava pela equipa B. É uma situação que quase todos os jogadores passam, principalmente no começo da

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Ribeiro Cristóvão

Estive dois meses no México, no Mundial de 1986, a trabalhar para a Renascença. Fui com a Selecção, que foi a primeira a chegar ao México, uns 20 dias antes de começar o Mundial, e depois fiquei até ao fim do campeonato, até ao jogo da final entre a Alemanha e a Argentina. Só vim no dia a seguir à final. Estive em Saltillo, Monterrey, Guadalajara e na Cidade do México.

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Luís Pinto

Num Louletano-Chaves, para a Taça de Portugal, fomos ao Algarve a meio da semana e o mister Vítor Oliveira fez algumas alterações na equipa. Eu e mais alguns dos habituais titulares ficámos de fora para recuperar, porque tínhamos jogado no domingo.
Já na segunda parte, contra a corrente do jogo, fizemos o 2-0 e eu, o Luís Silva e o Braga estávamos a

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Toy

Há uns anos fui ver o Real Madrid a convite do Jorge Mendes e fiquei num camarote onde estava a família dele e a do Cristiano Ronaldo. O Mourinho era o treinador do Real Madrid e ganharam 6-1 ao Racing de Santander, com quatro golos do Cristiano Ronaldo. Até disse à Dolores e à Katia:
– Agora tenho de vir sempre para ele fazer pokers. Sou pé quente!

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Edinho

Tenho uma história caricata que me aconteceu no AEK de Atenas com o Rivaldo. Tinha acabado de chegar e aquele grupo tinha portugueses, o Geraldo Alves e o Manu, depois tinha o Moretto, o Júlio César, o Rivaldo e o Ratinho. E houve um dia em que fizemos uma confraternização depois do treino, combinámos ir jogar um futvolei na praia. Estávamos todos empolgados, íamos todos apetrechados,

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Freddy Locks

Cresci a jogar à bola na minha rua, desde que me lembro de ser gente sempre joguei na rua com os meus amigos. No Bairro de Alvalade, nos anos 80, as ruas estavam sempre cheias de miúdos a jogar à bola. Tinha algum jeito e joguei futsal no Clube Recreativo dos Coruchéus, o clube do bairro.
Cheguei também a ir às captações do Sporting, como todos os meus amigos, mas no segundo treino o

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Hugo Seco

Estávamos a caminho de Lisboa para estágio e, como estava farto de estar parado no trânsito, lembrei-me de enviar uma mensagem para o João Graça a fazer-me passar por um jornalista do jornal A Bola. Combinámos uma entrevista, mas ele tinha de pedir autorização ao clube. Quando chegámos ao hotel, falei com o nosso director a contar o que pretendia fazer e ele alinhou. Então quando o Graça foi falar

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José Milhazes

O Benfica foi jogar com o Lokomotiv de Moscovo, naquela altura o treinador era o Paulo Autuori, e estava um frio desgraçado. Estava neve e até tiveram de jogar com aquela bola alaranjada. Eu trabalhava para a TSF e o Jorge Perestrelo foi lá fazer o relato. Eu e os restantes jornalistas já estávamos no estádio e aconselhava-os a beberem vodka para não arrefecerem, mas ninguém queria.

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Rui Fonte

Esta história passou-se no início da época que findou agora. Houve a eleição dos capitães do Braga e eu fui o escolhido. Avançando para o primeiro jogo oficial da época, na Suécia, frente ao AIK, e tendo a responsabilidade de ter sido eleito pelos meus colegas, estava bastante nervoso, apesar de não ter mostrado a ninguém.

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