Joãozinho

Em todos os clubes estrangeiros onde joguei vivi situações meio caricatas. Quando estive na Moldávia, depois de um jogo da Liga dos Campeões, o dono do Sheriff foi falar ao balneário. Havia o presidente do clube, que estava lá todos os dias, e havia o dono, que ainda não tinha conhecido e aparecia lá de vez em quando, sobretudo nos jogos mais importantes.

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Tiago Monteiro

A história mais engraçada que tenho relacionada com futebol passou-se no Mundial de 1998. A final foi França-Brasil e eu estava em França, no Paul Ricard, em casa de uns amigos que viviam lá, nesse fim-de-semana estávamos a correr em Fórmula 3, e claro que estavam todos os franceses contra mim. E era mais porque não queria torcer pela França, queria ser do contra, e porque era o Brasil e a minha

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Tomané

No início da época passada estive na Grécia, no Panetolikos. Quando chego lá, um ambiente novo, tudo diferente, e quando vou para pôr a minha roupa do treino para lavar o roupeiro diz-me que não lavava as cuecas e os boxers. Com as meias não havia problema, mas o resto tinha de ser os jogadores a lavar. Estive lá com o Cristiano, do Setúbal, com o Luís Rocha e o Miguel Rodrigues, que

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João Pinto

No início de uma viagem de avião de Lisboa para Bruxelas vejo que Ricardo Sá Pinto, à altura dirigente do Sporting, está nos lugares de executiva.
Um dos meus melhores amigos é sportinguista e um enorme fã do Coração de Leão. Sabendo eu isso, dirijo-me ao Ricardo e peço-lhe um autógrafo. Enquanto ele rabisca “para o Hélder com um abraço”

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Roberto Rivelino

Como qualquer um de nós, não tive a oportunidade de escolher o meu nome e acho que quem acaba por tomar essa decisão por nós acaba por delinear um pouco do que essa pessoa é ou será. Uma intuição faz-me pensar que o nome tem uma ligação qualquer, ainda por provar, à personalidade do ser que o detém. O meu é Roberto Rivelino – um nome com muita força na boca de quem é apaixonado

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José Augusto

Na primeira Taça dos Campeões ganha pelo Benfica, em 60/61, marquei nas duas eliminatórias contra o Aarhus, um na Luz e dois na Dinamarca. No final do jogo fui levado em triunfo pela mocidade dinamarquesa. Os miúdos agarram em mim e levaram-me ao colo, foi um momento inesquecível, e o Gabriel Hanot, um conhecido jornalista do L’Équipe, considerou-me o príncipe da Dinamarca.

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Danielson

Em Portugal tenho vivido muitos momentos felizes, não tenho assim nenhuma história muito engraçada, mas quando estive na Rússia passei momentos caricatos. Aqui era complicado. Fui o primeiro estrangeiro do clube a precisar de documentação, vistos de trabalho e esse tipo de coisas. Eles não sabiam como é que isso funcionava e só conseguiam vistos para eu ficar durante um mês no

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João Reis

Apesar de ter nascido em Lisboa, tornei-me adepto do Vitória de Guimarães muito cedo, por influência do meu pai, do meu avô e do meu tio. Ser do Vitória era assim um orgulho enorme e, mais do que isso, contrariava a regra, porque a maior dos meus amigos e primos dividiam-se entre Benfica, Sporting e Porto. Às vezes era preciso sacar do cartão de sócio para lhes provar a fidelidade e a escolha.

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Madjer

No meu primeiro ano de campeonato russo e de Lokomotiv, naquela altura assinei contrato e foi um ano em que não recebíamos por transferência bancária. Terminava a etapa e recebíamos o valor a seguir aos jogos.
Antes do primeiro jogo, o presidente chega ao pé de mim e dá-me um envelope. Não sei se era para

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Paulo Pereira

Em 2002 vivi uma das maiores experiências da minha vida de jornalista: o Campeonato do Mundo da Coreia/Japão. Toda uma nova experiência, um novo mundo. Um dos episódios mais caricatos aconteceu quando eu e o meu colega e cameraman João Pedro Matoso decidimos subir a um dos maiores arranha-céus de Seul, para fazermos umas imagens da cidade. Aproveitámos o facto de no

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Rui Águas

O jogo contra o Steaua de Bucareste, na Luz, é uma memória futebolística que não esqueço e, enquanto atleta, a mais importante. E ao mesmo tempo é a mais feliz e a mais inesperada porque estava em subcondição e, quando assim é, as pessoas não esperam o melhor dos desempenhos. O que é certo é que as coisas se recompuseram pelo destino, pela inspiração e também pela sorte.

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Miguel Domingues

Para quem não sabe, eu durante dois anos fui árbitro de futebol. Nós não podemos ter um ano de actividade e chegar à Primeira Divisão, como um jogador que pode ir logo jogar a Liga dos Campeões. Temos de fazer todo um percurso, subir de divisões, é quase como se fosses um clube a começar.
Comecei quando estava na faculdade e um dos meus melhores amigos da altura, que conheci lá, já era

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Tarantini

Nós aqui no Rio Ave temos uma piada interna. O nosso motorista é engraçado a falar, tem uma pronúncia que arrasta as palavras. Quando vim para o Rio Ave também chegaram o Bruno Novo, o Jorge Humberto, o Sílvio, o Semedo… Foi contratada assim malta mais de segunda linha, que jogava na II Liga ou na II B. Os gajos mais velhos depois mais tarde é que contaram. Chegaram à beira dele e

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John Gonçalves

Basicamente, gosto de futebol só porque quero ver o Benfica campeão europeu. Mais nada. Não quero mais nada nesta vida. Quando o Benfica for campeão europeu não quero saber mais de futebol. Sinceramente. É um bocado como quando Portugal for campeão do Mundo. Se ganharmos na Rússia vou continuar a ver os jogos mas não vou ver mais nenhum jogo in loco, não vou gastar mais dinheiro

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Rodolfo Reis

Num Sporting-FC Porto em Alvalade, num jogo com poucos minutos jogados, talvez uns 10, há um lance entre o Artur e o Gomes. O Artur deu uma pancada no Gomes e o Gomes levantou-se. Ele não era nada atreito a fazer isso, era um jogador calmo, não se metia em confusões, ao contrário de mim. Eu estava ali ao pé, saltei e pus-me no meio dos dois. O Artur pôs-me a mão no peito e eu caí, aquela

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Nuno Gonçalves

Há uma história muito engraçada que se passou no último Europeu, no segundo jogo, que Portugal empatou a zero com a Áustria. Estava um menino ao nosso lado, filho de emigrantes, que começou a chorar a quinze minutos do final. Diziam que Portugal tinha de ganhar e aquilo não estava a dar. O menino a chorar, a chorar, eu olhava para ele, aquilo incomodava-me imenso, e o pai estava até com

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Prof. Neca

Começo a minha carreira de jogador no Gil Vicente, em 1966, como juvenil. Até hoje, não parei um ano. É o ano do primeiro Campeonato do Mundo de Portugal e no qual Eusébio brilha bem lá no alto. Isso para mim tornou-se uma referência importante. Passados 30 anos tive a felicidade de estar na equipa técnica do Benfica com o Eusébio. Foi de um facto um mito, um jogador fantástico e uma criatura de

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Nuno Bergonse

Confesso que nunca fui grande adepto de futebol. Como tal, nunca fui grande jogador. Estudei parte do meu percurso na escola do Lumiar, local esse onde morei muito tempo da minha vida. Na altura ainda existia o primeiro estádio José de Alvalade. Nessa época não havia o centro de formação de Alcochete, portanto os jogadores estudavam na escola do Lumiar e dormiam no estádio, quase como internos.

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Fernando Meira

Estive no Benfica durante um ano e meio e tive o azar de ser num período de instabilidade do clube. Fui contratado pelo Vale e Azevedo, depois tive o Vilarinho e acabei com o Luís Filipe Vieira, três presidentes num ano e meio. Fui contratado pelo Jupp Heynckes, tive o privilégio de ser treinado à posteriori pelo Mourinho e depois pelo Toni, que era o treinador da campanha do Vilarinho.

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Bruno Ferreira

Na época de 2016/17 chegou-me de Braga um simpático convite para ir animar o almoço convívio de Sportinguistas do Minho, organizado pelo Núcleo de Braga do SCP, onde haveria de discursar o Presidente do Clube, Bruno de Carvalho. Com presença confirmada estava também a atleta olímpica do Sporting Sara Moreira, que assistiria à entrega do Prémio Rugido Minhoto 2016. A apresentação

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