Avto

Quando estava no Gil Vicente, na II Divisão, trabalhei com o mister Álvaro Magalhães. Vivia muito os jogos, corria de um lado para o outro, não conseguia parar. Estava sempre em acção. Eu já tinha saído, estava no banco. Estávamos a ganhar um jogo, não me lembro contra quem, faltavam para aí dez minutos, e tínhamos um jogador chamado Rodney Strasser, um médio defensivo, no banco. Ele tinha

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José Gabriel Quaresma

A idade maior. Dezoito anos. Parece que foi hoje, uma das cenas mais nonsense da minha carreira de jornalista.
Dia 6 de Setembro de 2005, Moscovo. Tínhamos acabado de fazer a cobertura da conferência de imprensa da Selecção portuguesa que ia jogar no dia seguinte contra a Rússia. Era Luiz Felipe Scolari

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Fredy

Quando estava em Angola, no Recreativo do Libolo, havia uma grande rivalidade com o Kabuscorp. Eram as equipas mais fortes. O Kabuscorp é uma equipa dirigida por um general angolano com ascendência congolesa. Os congoleses, e não só, também outros povos dali, dos Camarões e da Nigéria, por exemplo, odeiam os albinos. E nós tínhamos um rapaz, que fazia parte da nossa equipa,

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Gonçalo Jorge

Na minha vida, desde que me lembro, sempre tive um monte de paixões que me fizeram vibrar. A arte de criar ilusões foi, desde cedo, uma dessas paixões. Já o futebol, nem por isso. Ainda assim, tendo nascido num país onde esse é o desporto rei, acabei por estar sempre exposto ao futebol. Lembro-me de dar uns chutos na bola nos recreios da escola, como todos os rapazes da minha idade; lembro-me

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Nuno Abreu

Quando estava na equipa B do Benfica, o Mourinho foi-me buscar a mim, ao Geraldo e ao Diogo Luís para um jogo particular contra o Marselha. Foi na Luz, a meio da semana. Nessa altura treinávamos com a equipa principal e praticamente só íamos à equipa B para jogar. Ele gostava muito de nós, a gente dava intensidade aos treinos pela maneira como jogávamos. Ele até nos meteu a alcunha dos

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Lucas Klysman

O meu pai escolheu este nome para mim porque nasci em 1990, em junho, na altura do Mundial. Nesse ano o Brasil não chegou à final e a Alemanha tinha uma grande selecção, com o Lothar Matthäus e o Klinsmann, e ele admirava muito esse avançado.
Para ser sincero, se vi um videozinho e um golo dele foi muito! Lembro-me dele como seleccionador

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Luís Guilherme

Sempre adorei futebol e o Benfica. Tive o primeiro equipamento completo em 1982, com nove anos, e ainda hoje não sei o que lhe aconteceu. Mas tenho um trauma de infância maior, que era nunca ser escolhido para jogar, quando andava na Primária. Adorava jogar futebol, mas nunca tinha essa oportunidade. E não é difícil perceber porquê. À medida que fui crescendo, quando se faziam linhas já

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Aziz

Ter jogado em Espinho é um grande orgulho que guardo dos anos que passei em Portugal. Uma coisa que nunca esquece na vida, que ficará para sempre no coração. Voltando atrás no tempo não me lembro de uma só história, mas de vários momentos com aquele grande e único homem que para mim foi um mestre, um pai, irmão e grande amigo. Refiro-me a Quinito. Melhor homem do mundo!

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António Pinhão Botelho

Quando era miúdo, a minha mãe acompanhava imensas vezes o Benfica, era jornalista de A Bola, e uma vez acompanhámos o Benfica num torneio de verão ao Riazor, na Corunha, ao troféu Teresa Herrera, com quatro equipas: Benfica, Flamengo, Real Madrid e o próprio Deportivo La Coruña.
Fizemos a viagem de oito horas até Caminha, ficámos aí uma noite a descansar, e daí seguimos para a

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José Semedo

Em Inglaterra tive um treinador no Sheffield Wednesday que era de pancadas. Era o Gary Megson, tinha sido treinador do Bolton. Foi no ano em que subimos da League One ao Championship. Só o tive nessa época, depois saiu.
Uma vez fez a equipa na sexta-feira, durante essa noite sonhou que tínhamos perdido e, na manhã

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Paulo Renato Soares

Acredito que as histórias que reuni ao longo de quase 32 anos de carreira como jornalista (30 deles ao serviço do jornal Record) têm mais piada se contadas numa roda de amigos, se possível à mesa, com boa comida e boa bebida a acompanhar. Se a ‘coisa’ tem pouco interesse, os pormenores e a forma de os contar, no momento, acrescentam o sal sempre necessário. Não é este o caso, como já se

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Vasco Coelho

Cheguei esta época ao Al-Washm, da Arábia Saudita, e tive o meu primeiro choque cultural logo à chegada. Começámos os trabalhos com duas semanas de estágio no Egipto. Um dia fizemos treino de ginásio e gosto sempre de tomar a minha suplementação, que trouxe de Portugal. Lembro-me de estar a preparar o meu shaker com a proteína e os BCAA que costumo tomar e eles a olharem para mim

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José Carlos Freitas

Em quase 40 anos no jornalismo, como costumo dizer, acompanhei o futebol desde o Maradona até ao Cristiano Ronaldo. A primeira coisa marcante do México’86 foi que engordei nove quilos. Uma estupidez! O jornal onde trabalhava, O Jogo, era o único diário desportivo, os outros eram trissemanários, o Record, A Bola e A Gazeta dos Desportos, e era tudo a correr: comer a correr, os

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Paulo Madeira

Vou recordar um grande jogador, que me ajudou nos meus primeiros passos na equipa principal do Benfica, o Ricardo Gomes, que hoje é o coordenador técnico do Bordéus. Quando somos miúdos temos o sonho de seguir alguns exemplos. Era júnior do Benfica e o Ricardo para mim era uma referência em termos de futebol profissional, era o capitão da selecção do Brasil, jogava no plantel

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Vanessa Oliveira

Esta história tem a ver com as minhas superstições e também com a minha paixão pelo Sporting, que fez com que passasse muitos anos sem ver dérbis ou clássicos ao vivo. Tudo porque há uns anos, o Sporting foi eliminado da Taça de Portugal no Estádio da Luz e, meses depois, perdeu a hipótese de ser campeão novamente na Luz frente ao Benfica. Foi na primeira época do José Peseiro.

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Carlos Saavedra

Passei uns meses caricatos na Grécia. Tinha saído do Chipre, porque tinha havido lá uma confusão por causa dos bancos fecharem, aquilo estava mal e quis ir-me embora. Depois, um jogador que tinha jogado comigo no Chipre e tinha ido para a Grécia, para uma equipa da Segunda Divisão, ligou-me a dizer que precisavam de um jogador para a minha posição e queria saber se estava interessado. Isto

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João Rosado

Pecador mas acima de tudo crente. Vou acreditar que o relato deste duplo episódio não me vai trazer consequências graves no futuro e que a moldura penal para o meu único “delito” profissional já não tem enquadramento atual. Ou seja, vou acreditar que, passados 22 anos, expirou toda e qualquer obrigatoriedade de prestar contas à justiça marcada pelos ponteiros dos relógios. Noutras palavras e se

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Evandro Brandão

Esta história não é muito engraçada, mas deixou-me marcas porque fala de um treinador que toda a gente conhece, o senhor Alex Ferguson. No dia em que fui assinar contrato com o Manchester United cruzei-me com ele no corredor. Conversámos durante uns cinco minutos e fiquei de boca aberta porque ainda mal tinha chegado ao clube e ele já sabia quem eu era e as minhas características como jogador.

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Nuno Coelho

Desde que me lembro de mim, sempre gostei de futebol. E o verbo gostar talvez seja até um pouco escasso. Ainda nos dias de hoje, apesar das milhentas coisas que me desagradam em redor do mesmo e se o resto da vida não se intrometer no caminho – afinal de contas, “o futebol é a coisa mais importante de entre as coisas menos importantes”, para citar Sacchi que fica sempre bem nestas

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André Carvalhas

Tenho várias histórias com o Miguel Rosa e uma das milhentas foi antes de um treino no Benfica. Eu, o Serginho e o Rosa fomos para o ginásio e eu tive uma ideia: “’Bora meter a passadeira no máximo e correr em cima dela, mas sempre apoiados com as mãos de lado”.
Eu fui o primeiro: segurei-me no apoio de braços de lado da passadeira, elevei o meu corpo e fui

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