Edinho

Tenho uma história caricata que me aconteceu no AEK de Atenas com o Rivaldo. Tinha acabado de chegar e aquele grupo tinha portugueses, o Geraldo Alves e o Manu, depois tinha o Moretto, o Júlio César, o Rivaldo e o Ratinho. E houve um dia em que fizemos uma confraternização depois do treino, combinámos ir jogar um futvolei na praia. Estávamos todos empolgados, íamos todos apetrechados,

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Freddy Locks

Cresci a jogar à bola na minha rua, desde que me lembro de ser gente sempre joguei na rua com os meus amigos. No Bairro de Alvalade, nos anos 80, as ruas estavam sempre cheias de miúdos a jogar à bola. Tinha algum jeito e joguei futsal no Clube Recreativo dos Coruchéus, o clube do bairro.
Cheguei também a ir às captações do Sporting, como todos os meus amigos, mas no segundo treino o

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Hugo Seco

Estávamos a caminho de Lisboa para estágio e, como estava farto de estar parado no trânsito, lembrei-me de enviar uma mensagem para o João Graça a fazer-me passar por um jornalista do jornal A Bola. Combinámos uma entrevista, mas ele tinha de pedir autorização ao clube. Quando chegámos ao hotel, falei com o nosso director a contar o que pretendia fazer e ele alinhou. Então quando o Graça foi falar

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José Milhazes

O Benfica foi jogar com o Lokomotiv de Moscovo, naquela altura o treinador era o Paulo Autuori, e estava um frio desgraçado. Estava neve e até tiveram de jogar com aquela bola alaranjada. Eu trabalhava para a TSF e o Jorge Perestrelo foi lá fazer o relato. Eu e os restantes jornalistas já estávamos no estádio e aconselhava-os a beberem vodka para não arrefecerem, mas ninguém queria.

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Rui Fonte

Esta história passou-se no início da época que findou agora. Houve a eleição dos capitães do Braga e eu fui o escolhido. Avançando para o primeiro jogo oficial da época, na Suécia, frente ao AIK, e tendo a responsabilidade de ter sido eleito pelos meus colegas, estava bastante nervoso, apesar de não ter mostrado a ninguém.

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João Ricardo Pateiro

Escolhi uma bola de vento amarela, que no fundo é a esponja do microfone, para o Campeonato da Europa de 2016 porque sendo a bola amarela, num país que é conhecido pela Volta à França, que quem ganha vai com uma camisola amarela, acreditei que se relatasse com uma bola de vento amarela isso daria sorte à selecção portuguesa. Acaba por ser uma superstição e agora recordo-me dela,

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Alexandre Guedes

A final da Taça de Portugal é um jogo que ficará para sempre na minha memória. Estagiámos em Peniche, na véspera do jogo fomos para Lisboa e treinámos no Jamor. No dia do jogo acordámos, fomos dar um pequeno passeio, tudo tranquilo, depois houve uma palestra sobre o adversário. Estava a ser um dia normal, depois fomos para o jogo e começaram aí as emoções.

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Rúben Branco

Eu e futebol é uma relação que nunca aconteceu. Nem eu queria, nem o futebol sente a falta de um gajo como eu. Ficamos melhor assim, cada um com aquilo realmente importa para si: eu com stand-up e o meu canal de YouTube; o futebol fica com a euforia e adeptos fanáticos. Pelo menos é isso que para mim resume o futebol. Passei longos anos sem ver um jogo, festejar um golo ou gritar o que quer

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Marco Bicho

Quando estava no Estoril tivemos um período que era um caos. Estivemos três ou quatro meses sem receber, o Sindicato foi lá apoiar-nos e de repente o João Lagos foi lá falar connosco. Recusámo-nos a treinar, dizíamos que não tínhamos dinheiro para comer, nem para beber água, e depois mal ele virava as costas ia a malta toda jogar poker. Não havia dinheiro para nada, mas assim que podíamos era a

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Daizer

Desde miúdo que sempre fui adepto de futebol e desde cedo senti que esta paixão iria seguir para o resto da minha vida.
Cresci junto ao campo desportivo do Clube Oriental de Lisboa e sempre foi um dos clubes do meu coração. Em 2016, o Oriental recebia o Sport Lisboa e Benfica, um dos maiores clubes de Portugal

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António Filipe

Quando estava no Paços de Ferreira, no ano em que fomos à Liga Europa e estivemos quase para descer, o Tony, que era o nosso lateral, fez um golo na própria baliza em Setúbal. E começámos a ouvir das bancadas: “To-ny, To-ny, To-ny”.
Na altura ficámos um bocado lixados, mas depois até nos rimos com aquilo porque parecia que

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Pedro Henriques

A minha saída do Benfica, à partida, não seria para ir para o FC Porto. Eu rescindi contrato para ir para Inglaterra, abdico do ano que tenho de contrato, ficou lá o dinheiro e eu fiquei de decidir a minha vida. A ideia era ir para Inglaterra e fui para Inglaterra, estava em Portsmouth quando o meu empresário me telefonou. Estava lá com o filho dele, mais o advogado e uma série de gente, quando apanhei o avião

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Pedro Alves

Perguntam-me, amiúde, se me considero mais benfiquista que português. Quem me faz essa pergunta, fá-lo por conhecer o meu fanatismo (ainda que sensato, creio eu) pelo Benfica. A minha resposta é sem espinhas. Sim, sou mais benfiquista que português. Provavelmente, serei dos poucos a poder dizê-lo com legitimidade. Nasci a 7 de Setembro de 1988 e, no dia seguinte, o meu pai foi registar-me como

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Fernando Alexandre

Há uns anos, no Estádio do Dragão, já estava na Académica e tive um lance curioso ainda no decorrer da primeira parte. O FC Porto vem no ataque rápido, a nossa equipa está estendida no campo, eu estou para fazer cobertura a um colega. De repente, há um passe atrasado e eu tento encurtar o espaço porque a nossa equipa estava distante e não se pode deixar os jogadores do FC Porto pensar

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Miguel Lambertini

“Substituição na equipa do Belenenses, sai com o número 21 Meyong, entra com a camisola 7: Ahamada!” Tinha acabado de dizer estas palavras aos altifalantes do Estádio do Restelo, quando o Vasco me ligou. Em 2005 o clube das quinas fez uma excelente época tendo inclusivamente ficado próximo dos lugares europeus, muito à custa do jovem camaronês Meyong que foi o melhor marcador

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Vítor Móia

Como foi agora o 25 de Abril lembro-me de uma história passada nesse dia. Na altura jogava no Benfica e morava em Paço de Arcos. Ia na marginal com a minha esposa, a caminho do treino, lembro-me de que havia um grande movimento de barcos no Tejo e fui mandado parar pela GNR porque estavam a fazer buscas aos carros.

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Joãozinho

Em todos os clubes estrangeiros onde joguei vivi situações meio caricatas. Quando estive na Moldávia, depois de um jogo da Liga dos Campeões, o dono do Sheriff foi falar ao balneário. Havia o presidente do clube, que estava lá todos os dias, e havia o dono, que ainda não tinha conhecido e aparecia lá de vez em quando, sobretudo nos jogos mais importantes.

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Tiago Monteiro

A história mais engraçada que tenho relacionada com futebol passou-se no Mundial de 1998. A final foi França-Brasil e eu estava em França, no Paul Ricard, em casa de uns amigos que viviam lá, nesse fim-de-semana estávamos a correr em Fórmula 3, e claro que estavam todos os franceses contra mim. E era mais porque não queria torcer pela França, queria ser do contra, e porque era o Brasil e a minha

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Tomané

No início da época passada estive na Grécia, no Panetolikos. Quando chego lá, um ambiente novo, tudo diferente, e quando vou para pôr a minha roupa do treino para lavar o roupeiro diz-me que não lavava as cuecas e os boxers. Com as meias não havia problema, mas o resto tinha de ser os jogadores a lavar. Estive lá com o Cristiano, do Setúbal, com o Luís Rocha e o Miguel Rodrigues, que

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João Pinto

No início de uma viagem de avião de Lisboa para Bruxelas vejo que Ricardo Sá Pinto, à altura dirigente do Sporting, está nos lugares de executiva.
Um dos meus melhores amigos é sportinguista e um enorme fã do Coração de Leão. Sabendo eu isso, dirijo-me ao Ricardo e peço-lhe um autógrafo. Enquanto ele rabisca “para o Hélder com um abraço”

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