Daizer

Desde miúdo que sempre fui adepto de futebol e desde cedo senti que esta paixão iria seguir para o resto da minha vida.
Cresci junto ao campo desportivo do Clube Oriental de Lisboa e sempre foi um dos clubes do meu coração. Em 2016, o Oriental recebia o Sport Lisboa e Benfica, um dos maiores clubes de Portugal

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António Filipe

Quando estava no Paços de Ferreira, no ano em que fomos à Liga Europa e estivemos quase para descer, o Tony, que era o nosso lateral, fez um golo na própria baliza em Setúbal. E começámos a ouvir das bancadas: “To-ny, To-ny, To-ny”.
Na altura ficámos um bocado lixados, mas depois até nos rimos com aquilo porque parecia que

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Pedro Henriques

A minha saída do Benfica, à partida, não seria para ir para o FC Porto. Eu rescindi contrato para ir para Inglaterra, abdico do ano que tenho de contrato, ficou lá o dinheiro e eu fiquei de decidir a minha vida. A ideia era ir para Inglaterra e fui para Inglaterra, estava em Portsmouth quando o meu empresário me telefonou. Estava lá com o filho dele, mais o advogado e uma série de gente, quando apanhei o avião

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Pedro Alves

Perguntam-me, amiúde, se me considero mais benfiquista que português. Quem me faz essa pergunta, fá-lo por conhecer o meu fanatismo (ainda que sensato, creio eu) pelo Benfica. A minha resposta é sem espinhas. Sim, sou mais benfiquista que português. Provavelmente, serei dos poucos a poder dizê-lo com legitimidade. Nasci a 7 de Setembro de 1988 e, no dia seguinte, o meu pai foi registar-me como

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Fernando Alexandre

Há uns anos, no Estádio do Dragão, já estava na Académica e tive um lance curioso ainda no decorrer da primeira parte. O FC Porto vem no ataque rápido, a nossa equipa está estendida no campo, eu estou para fazer cobertura a um colega. De repente, há um passe atrasado e eu tento encurtar o espaço porque a nossa equipa estava distante e não se pode deixar os jogadores do FC Porto pensar

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Miguel Lambertini

“Substituição na equipa do Belenenses, sai com o número 21 Meyong, entra com a camisola 7: Ahamada!” Tinha acabado de dizer estas palavras aos altifalantes do Estádio do Restelo, quando o Vasco me ligou. Em 2005 o clube das quinas fez uma excelente época tendo inclusivamente ficado próximo dos lugares europeus, muito à custa do jovem camaronês Meyong que foi o melhor marcador

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Vítor Móia

Como foi agora o 25 de Abril lembro-me de uma história passada nesse dia. Na altura jogava no Benfica e morava em Paço de Arcos. Ia na marginal com a minha esposa, a caminho do treino, lembro-me de que havia um grande movimento de barcos no Tejo e fui mandado parar pela GNR porque estavam a fazer buscas aos carros.

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Joãozinho

Em todos os clubes estrangeiros onde joguei vivi situações meio caricatas. Quando estive na Moldávia, depois de um jogo da Liga dos Campeões, o dono do Sheriff foi falar ao balneário. Havia o presidente do clube, que estava lá todos os dias, e havia o dono, que ainda não tinha conhecido e aparecia lá de vez em quando, sobretudo nos jogos mais importantes.

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Tiago Monteiro

A história mais engraçada que tenho relacionada com futebol passou-se no Mundial de 1998. A final foi França-Brasil e eu estava em França, no Paul Ricard, em casa de uns amigos que viviam lá, nesse fim-de-semana estávamos a correr em Fórmula 3, e claro que estavam todos os franceses contra mim. E era mais porque não queria torcer pela França, queria ser do contra, e porque era o Brasil e a minha

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Tomané

No início da época passada estive na Grécia, no Panetolikos. Quando chego lá, um ambiente novo, tudo diferente, e quando vou para pôr a minha roupa do treino para lavar o roupeiro diz-me que não lavava as cuecas e os boxers. Com as meias não havia problema, mas o resto tinha de ser os jogadores a lavar. Estive lá com o Cristiano, do Setúbal, com o Luís Rocha e o Miguel Rodrigues, que

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João Pinto

No início de uma viagem de avião de Lisboa para Bruxelas vejo que Ricardo Sá Pinto, à altura dirigente do Sporting, está nos lugares de executiva.
Um dos meus melhores amigos é sportinguista e um enorme fã do Coração de Leão. Sabendo eu isso, dirijo-me ao Ricardo e peço-lhe um autógrafo. Enquanto ele rabisca “para o Hélder com um abraço”

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Roberto Rivelino

Como qualquer um de nós, não tive a oportunidade de escolher o meu nome e acho que quem acaba por tomar essa decisão por nós acaba por delinear um pouco do que essa pessoa é ou será. Uma intuição faz-me pensar que o nome tem uma ligação qualquer, ainda por provar, à personalidade do ser que o detém. O meu é Roberto Rivelino – um nome com muita força na boca de quem é apaixonado

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José Augusto

Na primeira Taça dos Campeões ganha pelo Benfica, em 60/61, marquei nas duas eliminatórias contra o Aarhus, um na Luz e dois na Dinamarca. No final do jogo fui levado em triunfo pela mocidade dinamarquesa. Os miúdos agarram em mim e levaram-me ao colo, foi um momento inesquecível, e o Gabriel Hanot, um conhecido jornalista do L’Équipe, considerou-me o príncipe da Dinamarca.

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Danielson

Em Portugal tenho vivido muitos momentos felizes, não tenho assim nenhuma história muito engraçada, mas quando estive na Rússia passei momentos caricatos. Aqui era complicado. Fui o primeiro estrangeiro do clube a precisar de documentação, vistos de trabalho e esse tipo de coisas. Eles não sabiam como é que isso funcionava e só conseguiam vistos para eu ficar durante um mês no

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João Reis

Apesar de ter nascido em Lisboa, tornei-me adepto do Vitória de Guimarães muito cedo, por influência do meu pai, do meu avô e do meu tio. Ser do Vitória era assim um orgulho enorme e, mais do que isso, contrariava a regra, porque a maior dos meus amigos e primos dividiam-se entre Benfica, Sporting e Porto. Às vezes era preciso sacar do cartão de sócio para lhes provar a fidelidade e a escolha.

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Madjer

No meu primeiro ano de campeonato russo e de Lokomotiv, naquela altura assinei contrato e foi um ano em que não recebíamos por transferência bancária. Terminava a etapa e recebíamos o valor a seguir aos jogos.
Antes do primeiro jogo, o presidente chega ao pé de mim e dá-me um envelope. Não sei se era para

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Paulo Pereira

Em 2002 vivi uma das maiores experiências da minha vida de jornalista: o Campeonato do Mundo da Coreia/Japão. Toda uma nova experiência, um novo mundo. Um dos episódios mais caricatos aconteceu quando eu e o meu colega e cameraman João Pedro Matoso decidimos subir a um dos maiores arranha-céus de Seul, para fazermos umas imagens da cidade. Aproveitámos o facto de no

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Rui Águas

O jogo contra o Steaua de Bucareste, na Luz, é uma memória futebolística que não esqueço e, enquanto atleta, a mais importante. E ao mesmo tempo é a mais feliz e a mais inesperada porque estava em subcondição e, quando assim é, as pessoas não esperam o melhor dos desempenhos. O que é certo é que as coisas se recompuseram pelo destino, pela inspiração e também pela sorte.

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Miguel Domingues

Para quem não sabe, eu durante dois anos fui árbitro de futebol. Nós não podemos ter um ano de actividade e chegar à Primeira Divisão, como um jogador que pode ir logo jogar a Liga dos Campeões. Temos de fazer todo um percurso, subir de divisões, é quase como se fosses um clube a começar.
Comecei quando estava na faculdade e um dos meus melhores amigos da altura, que conheci lá, já era

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Tarantini

Nós aqui no Rio Ave temos uma piada interna. O nosso motorista é engraçado a falar, tem uma pronúncia que arrasta as palavras. Quando vim para o Rio Ave também chegaram o Bruno Novo, o Jorge Humberto, o Sílvio, o Semedo… Foi contratada assim malta mais de segunda linha, que jogava na II Liga ou na II B. Os gajos mais velhos depois mais tarde é que contaram. Chegaram à beira dele e

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