Vargas

Esta história passou-se uma semana após ter chegado ao Chipre. Ainda não estava inscrito mas acompanhei a equipa num jogo fora, a cerca de 150 km de Pafos, a nossa cidade. Encontrámo-nos todos no dia do jogo de manhã, seguimos para Limassol, onde iriamos almoçar num hotel, e depois seguir para Larnaca, onde se disputaria o jogo. Comigo na altura jogava outro português, o Bernardo

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João Quadros

Há uns 10 anos, estava em Roma com a minha ex-mulher num sítio meio bar meio restaurante, daqueles onde vais ver futebol, e estavam lá uns italianos numa mesa que começaram a olhar para mim. Passado um bocado, houve uns gajos que se levantaram e começaram “Pirlo, Pirlo” e eu não me descosi e lá assinei à minha maneira. Falei pouco, para não toparem que o meu italiano era uma

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Litos

Esta história passou-se quando o Sporting jogou contra o Barcelona na Taça UEFA de 1986/87. Tínhamos perdido 1-0 fora, contra uma equipa muito forte, quase toda ela da selecção espanhola, e tínhamos boas perspectivas de seguir em frente porque também tínhamos uma boa equipa.
O Mário Jorge, o meu cunhado, estava a negociar a compra de um Peugeot 205 GTI e o prémio para

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Harold

Esta história é um bocado hilariante mas tem o seu quê de drama, entre aspas, muito entre aspas. Já parei de jogar há algum tempo e isto passa-se numa altura em que ainda estávamos na formação, no Sintrense. Tínhamos uma série de jogadores que vinham de zonas diferentes e então formou-se uma equipa nova, que era forte. Só que havia lá uns jogadores que eram um bocado problemáticos,

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Gilmar

Fui contratado pelo Vitória de Guimarães e, ao chegar lá, encontrei um dos melhores treinadores com que trabalhei e tenho um carinho especial: Quinito. Grande pessoa! Fomos fazer um treino de finalização no centro de treinos do Vitória e chovia muito, com o campo pesado e com lama junto às balizas. O Pedro Barbosa foi à linha de fundo fazer um cruzamento para a área para mim, a bola veio

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Rui Duarte

As histórias mais engraçadas que tenho que têm a ver com jogos de bola definitivamente são passadas no clube da minha zona, que é o Amora Futebol Clube, na altura em que pertencia à I Divisão. Numa das situações houve um grande desafio do Amora com o Sporting e nessa altura o estádio do Amora era muito pequenino, com as bancadas praticamente em cima do campo, que na altura ainda era

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Virgul

Quando estava nos Da Weasel éramos muitas vezes convidados pelo Benfica para irmos ver jogos ao Estádio da Luz e esta história passou-se ainda no antigo estádio. Dessa vez também fui porque era com o Sporting, o meu clube do coração. Ficámos na tribuna VIP, lembro-me de estarmos a perder 2-0, estava assim meio triste, fui até ao bar beber uma jola e em poucos minutos empatámos o jogo, com

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Diamantino Miranda

Ao longo da minha carreira tive vários episódios marcantes e o mais negativo foi na época de 87/88, talvez a minha melhor em termos de rendimento, quando a quatro dias da final da Taça dos Campeões Europeus sofri uma lesão grave no joelho, uma rotura de ligamentos cruzados, e fiquei afastado desse jogo em Estugarda, com o PSV. Já tinha participado numa final da Taça UEFA, o Benfica estava

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Lourenço Ortigão

Na época passada fui à Turquia ver o Benfica contra o Besiktas e estávamos a ganhar 3-0 ao intervalo. E os gajos em Istambul são completamente loucos, avariados da cabeça. Mas mesmo! Não se sentam um segundo, passam o jogo de pé. Então estávamos a ganhar 3-0 ao intervalo, os gajos a cuspirem-nos em cima e nós super contentes com o resultado. Os seguranças não nos deixavam sair dali, tudo à

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Seninho

Fiz quatro meses de recruta em Paramos, em Espinho. Fui para enfermagem e fui tirar a especialidade a Coimbra. Quando lá estava pedi autorização ao Mário Campos e ao Vítor Campos, dois jogadores que foram ex-líbris da Académica, isto em 1970, para ir lá treinar. E disseram-me que tudo bem. Fui treinar e veio o Juca, o treinador, e perguntou-me:

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Rui Xará

A primeira história reporta-se ao já longínquo ano de 1987, ao apuramento de Portugal para o Euro’88, que foi conquistado pela famosa equipa da Holanda, onde pontuavam jogadores como o Frank Rijkaard, o Ruud Gullit e o Van Basten, talvez o melhor ponta de lança finalizador de sempre do futebol europeu e mesmo mundial.

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Geraldo Alves

Na altura do Mourinho no Benfica, ele chamou-me a mim e ao Nuno Abreu para treinarmos com a equipa principal. O João Tomás estava muito bem, ia à Selecção e tudo, e foi na véspera do jogo contra o Sporting, o último do Mourinho. Nessa semana houve um treino em que começou a chover torrencialmente mas o Mourinho não estava nem aí, o treino era para continuar. E houve um lance com

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Alfredo

Esta história passou-se em Itália, em Florença. Na minha altura de jogador, há 30 anos, nós não tínhamos treinador de guarda-redes. Tínhamos treinador principal, treinador adjunto e preparador físico, não havia mais nada. Então nesse jogo com a Fiorentina, estou no balneário, estou equipado, pronto para ir fazer o aquecimento para o jogo, e de repente aparece o senhor major Valentim Loureiro. Entra

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Carlos Manuel Albuquerque

Uma boa reportagem requer sempre muito planeamento e investigação, certo? Errado. Em agosto de 2011, o Mónaco engalanou-se para a final da Supertaça Europeia entre FC Porto e Barcelona. A RTP destacou-me para fazer a reportagem habitual nestas ocasiões e foi logo na manhã seguinte à aterragem no principado que o fascinante mundo do inesperado me veio parar às mãos.

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António Livramento

Tenho uma história engraçada quando saí do Ginásio de Tavira. Aqui ainda era futebol amador e saí logo para o Benfica. Para mim tudo lá era novidade. Houve um estágio que fiz no Benfica em que fomos aos Açores e fiquei logo no quarto com um dos mais loucos e mais profissionais da equipa, o central Nuno Abreu.

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Maria João

Não tenho muitas histórias de futebol porque não sou propriamente uma aficcionada, mas sou sportinguista ferrenha e da Selecção Nacional, embora não perceba grande coisa de futebol, essa é a verdade. Mas tive uma história que achei engraçada que foi justamente com o Egberto Gismonti, com quem tive agora estes concertos no CCB e na Casa da Música, dias 9 e 11, que se passou no Europeu

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Silas

Fui para o AEL em Janeiro de 2011. Normalmente no Chipre entram cinco jogadores em Janeiro e têm de sair cinco. Como lá havia limite de estrangeiros e eles tinham, salvo erro, 17 estrangeiros, entrámos cinco e tinham de sair cinco. Um dos que saiu foi o Ndikumana, um jogador do Ruanda. Ainda estive com ele uma ou duas semanas. Alguns africanos ligam muito a bruxaria e coisas assim do género e o

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Sérgio Sousa

Não gosto de futebol, enquanto desporto. Bem, gosto mas tento convencer-me que só não joguei, só não joguei mais, porque não gostava. Na verdade, tenho pés de chumbo e mãos de manteiga.
Praticar um desporto de equipa quando não se tem jeito é uma chatice, para nós e para os outros. O nosso melhor amigo passa a ser o banco enquanto o resto da equipa nos fala da importância para o

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Pitico

Na época de 1988/89, o Farense teve como treinador o José Augusto, depois o Malcolm Allison, o inglês que treinou o Sporting e o V. Setúbal. Por acaso tínhamos uma equipa muito boa. O gajo chega aqui e tirou todos os negões da equipa. Tirou todo o mundo, tudo no banco! Nos dois primeiros jogos ainda joguei, mas ele só me dizia “cross, cross”. Eu cruzava, mas queria ir para cima, fazer golos e

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Paulo Azevedo

Quando acabei o curso de treinador depois mandei alguns e-mails para ir estagiar em clubes. Fui dar uma palestra à Academia do Sporting, outra à Dragon Force, do Porto, e na altura eu tinha feito uma reportagem para a SportTV e o director tinha o e-mail do Mourinho. Mandei um e-mail para ele, que depois reencaminhou para o Mourinho, que na altura estava no Real Madrid. Foi em 2011, quando

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