Hugo Firmino

Joguei alguns anos em Angola e é uma realidade completamente diferente. Quando viajamos para jogar nas províncias, nas cidades fora de Luanda, após os jogos, visto que quase nenhum dos aeroportos nessas cidades é internacional, nem nos equipamos nem tomamos banho porque temos de ir a correr para o avião senão anoitece e o avião não levanta voo. E isto acontece inúmeras vezes.

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Ricardo S. Amorim

Para algumas pessoas, que até me conhecem relativamente bem, representará uma surpresa saber que o futebol faz parte da minha vida e da minha formação enquanto pessoa. Gosto do desporto, do espectáculo de massas que apaixona milhões, mas não sou um fanático que não perde um jogo, mesmo do meu clube ou da nossa selecção. Porém, estou certo de que seria outra pessoa se não

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Nuno Assis

Vivi um episódio que me marcou e que me prejudicou bastante, que foi a questão do doping. Depois de um jogo na Madeira, um Marítimo-Benfica, deu controlo positivo e até hoje ainda não percebi como aconteceu. O que acusou foi algo que todos produzimos, uns em maior quantidade que outros, não é nada que se tenha de tomar para aumentar. Há várias coisas que podem fazer aumentar esses valores,

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Teófilo Fernando

Quando tento encontrar “aquela” história… passo em revista o percurso profissional, levando-me sempre a associar cada acontecimento a pessoas fundamentais para a minha caminhada.
Começo pelos padrinhos: Carlos Daniel e Bernardino Barros.
Um pouco receoso e ao mesmo tempo deslumbrado, no antigo Estádio das Antas, foi com eles que fiz

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Bruno Moraes

Vou até jogar contra mim. Vou contar uma história engraçada, mas na altura não gostei muito. No meu primeiro ano no FC Porto era novinho, acho que era o jogador mais novo do plantel sénior, então quando cheguei treinava a semana toda com a equipa principal e, quando não era convocado, jogava pela equipa B. É uma situação que quase todos os jogadores passam, principalmente no começo da

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Ribeiro Cristóvão

Estive dois meses no México, no Mundial de 1986, a trabalhar para a Renascença. Fui com a Selecção, que foi a primeira a chegar ao México, uns 20 dias antes de começar o Mundial, e depois fiquei até ao fim do campeonato, até ao jogo da final entre a Alemanha e a Argentina. Só vim no dia a seguir à final. Estive em Saltillo, Monterrey, Guadalajara e na Cidade do México.

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Luís Pinto

Num Louletano-Chaves, para a Taça de Portugal, fomos ao Algarve a meio da semana e o mister Vítor Oliveira fez algumas alterações na equipa. Eu e mais alguns dos habituais titulares ficámos de fora para recuperar, porque tínhamos jogado no domingo.
Já na segunda parte, contra a corrente do jogo, fizemos o 2-0 e eu, o Luís Silva e o Braga estávamos a

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Toy

Há uns anos fui ver o Real Madrid a convite do Jorge Mendes e fiquei num camarote onde estava a família dele e a do Cristiano Ronaldo. O Mourinho era o treinador do Real Madrid e ganharam 6-1 ao Racing de Santander, com quatro golos do Cristiano Ronaldo. Até disse à Dolores e à Katia:
– Agora tenho de vir sempre para ele fazer pokers. Sou pé quente!

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Edinho

Tenho uma história caricata que me aconteceu no AEK de Atenas com o Rivaldo. Tinha acabado de chegar e aquele grupo tinha portugueses, o Geraldo Alves e o Manu, depois tinha o Moretto, o Júlio César, o Rivaldo e o Ratinho. E houve um dia em que fizemos uma confraternização depois do treino, combinámos ir jogar um futvolei na praia. Estávamos todos empolgados, íamos todos apetrechados,

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Freddy Locks

Cresci a jogar à bola na minha rua, desde que me lembro de ser gente sempre joguei na rua com os meus amigos. No Bairro de Alvalade, nos anos 80, as ruas estavam sempre cheias de miúdos a jogar à bola. Tinha algum jeito e joguei futsal no Clube Recreativo dos Coruchéus, o clube do bairro.
Cheguei também a ir às captações do Sporting, como todos os meus amigos, mas no segundo treino o

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Hugo Seco

Estávamos a caminho de Lisboa para estágio e, como estava farto de estar parado no trânsito, lembrei-me de enviar uma mensagem para o João Graça a fazer-me passar por um jornalista do jornal A Bola. Combinámos uma entrevista, mas ele tinha de pedir autorização ao clube. Quando chegámos ao hotel, falei com o nosso director a contar o que pretendia fazer e ele alinhou. Então quando o Graça foi falar

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José Milhazes

O Benfica foi jogar com o Lokomotiv de Moscovo, naquela altura o treinador era o Paulo Autuori, e estava um frio desgraçado. Estava neve e até tiveram de jogar com aquela bola alaranjada. Eu trabalhava para a TSF e o Jorge Perestrelo foi lá fazer o relato. Eu e os restantes jornalistas já estávamos no estádio e aconselhava-os a beberem vodka para não arrefecerem, mas ninguém queria.

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Rui Fonte

Esta história passou-se no início da época que findou agora. Houve a eleição dos capitães do Braga e eu fui o escolhido. Avançando para o primeiro jogo oficial da época, na Suécia, frente ao AIK, e tendo a responsabilidade de ter sido eleito pelos meus colegas, estava bastante nervoso, apesar de não ter mostrado a ninguém.

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João Ricardo Pateiro

Escolhi uma bola de vento amarela, que no fundo é a esponja do microfone, para o Campeonato da Europa de 2016 porque sendo a bola amarela, num país que é conhecido pela Volta à França, que quem ganha vai com uma camisola amarela, acreditei que se relatasse com uma bola de vento amarela isso daria sorte à selecção portuguesa. Acaba por ser uma superstição e agora recordo-me dela,

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Alexandre Guedes

A final da Taça de Portugal é um jogo que ficará para sempre na minha memória. Estagiámos em Peniche, na véspera do jogo fomos para Lisboa e treinámos no Jamor. No dia do jogo acordámos, fomos dar um pequeno passeio, tudo tranquilo, depois houve uma palestra sobre o adversário. Estava a ser um dia normal, depois fomos para o jogo e começaram aí as emoções.

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Rúben Branco

Eu e futebol é uma relação que nunca aconteceu. Nem eu queria, nem o futebol sente a falta de um gajo como eu. Ficamos melhor assim, cada um com aquilo realmente importa para si: eu com stand-up e o meu canal de YouTube; o futebol fica com a euforia e adeptos fanáticos. Pelo menos é isso que para mim resume o futebol. Passei longos anos sem ver um jogo, festejar um golo ou gritar o que quer

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Marco Bicho

Quando estava no Estoril tivemos um período que era um caos. Estivemos três ou quatro meses sem receber, o Sindicato foi lá apoiar-nos e de repente o João Lagos foi lá falar connosco. Recusámo-nos a treinar, dizíamos que não tínhamos dinheiro para comer, nem para beber água, e depois mal ele virava as costas ia a malta toda jogar poker. Não havia dinheiro para nada, mas assim que podíamos era a

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Daizer

Desde miúdo que sempre fui adepto de futebol e desde cedo senti que esta paixão iria seguir para o resto da minha vida.
Cresci junto ao campo desportivo do Clube Oriental de Lisboa e sempre foi um dos clubes do meu coração. Em 2016, o Oriental recebia o Sport Lisboa e Benfica, um dos maiores clubes de Portugal

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António Filipe

Quando estava no Paços de Ferreira, no ano em que fomos à Liga Europa e estivemos quase para descer, o Tony, que era o nosso lateral, fez um golo na própria baliza em Setúbal. E começámos a ouvir das bancadas: “To-ny, To-ny, To-ny”.
Na altura ficámos um bocado lixados, mas depois até nos rimos com aquilo porque parecia que

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Pedro Henriques

A minha saída do Benfica, à partida, não seria para ir para o FC Porto. Eu rescindi contrato para ir para Inglaterra, abdico do ano que tenho de contrato, ficou lá o dinheiro e eu fiquei de decidir a minha vida. A ideia era ir para Inglaterra e fui para Inglaterra, estava em Portsmouth quando o meu empresário me telefonou. Estava lá com o filho dele, mais o advogado e uma série de gente, quando apanhei o avião

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