António Caetano

A primeira história que vou contar remonta aos meus tempos no Belenenses, no final da década de 90. Tínhamos uma equipa com elementos muito divertidos. Estou a lembrar-me do Rui Esteves, Calila, Lito Vidigal, Barny, malta que se relacionava muito bem e que entrava sempre nas brincadeiras.
No início da época fazíamos questão de fazer o baptismo aos jogadores que chegavam ao clube.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Manuel Cardoso

“Então, puto. E essas férias com a mamã? Granda saco, não?”

Para um adolescente pré-adulto, passar férias com a mãe é algo que envolve prós e contras. Por um lado, o adolescente não está a gastar dinheiro e está a conhecer um país estrangeiro, come de forma gratuita iguarias que o tornarão mais cosmopolita, tem tempo para pensar nas suas angústias pós-

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Marcelo

Tenho uma história, que na altura não achei graça nenhuma, um pouco caricata. Em 1992, tinha feito uma época muito boa no Feirense, emprestado pela Académica. O treinador era o Henrique Nunes, tinha lá o Pedro Martins, o Rifa, o Pedro Miguel, que agora também é treinador… Tínhamos uma boa equipa, uma equipa jovem, fizemos uma boa temporada e fui um dos melhores marcadores da II Liga.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Luiz Caracol

Acho que a minha relação com o futebol é uma coisa quase desde o berço ou pelo menos desde que me lembro de existir e, ao que parece, até o meu primeiro brinquedo, e aquele pelo qual fui mais apaixonado, foi uma bola. Passei a minha infância a querer ser jogador de futebol e tudo que mais queria e gostava de fazer era jogar à bola e andar com a bola atrás, fosse verão ou inverno, chovesse

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Gerso

Este ano tivemos um treino do Belém no Estádio Nacional e houve uma situação com o sérvio, o Andric, que teve piada. Tínhamos acabado um exercício e íamos passar para treino das três equipas, que a malta adora. São dois minutos, sete contra sete, se alguma equipa estiver a perder sai e, em caso de empate, a equipa que está há mais tempo é a que sai.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Daniel Leitão

Cresci (e bastante) numa casa onde a única pessoa que ligava a futebol era o meu pai, um fervoroso sportinguista. Sempre tentou demover-me do meu benfiquismo e converter-me a essa religião com gente tão devota que é o sportinguismo. Uma espécie de carmelitas descalças do futebol: fizeram um voto de pobreza e levam-no até às últimas consequências. Não ganham nada mas têm um admirável

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Sérgio Duarte

No Farense, tínhamos ali um grupo de brasileiros e dávamo-nos muito bem com os portugueses, havia um grupo muito bom. Sempre gostei de tocar alguns instrumentos, de cantar e o pessoal gostava muito disso. Houve uma época, na altura do Carnaval, em que tivemos uma folga e, em conjunto com os jogadores portugueses, combinámos um jogo. Marcámos esse jogo para o ginásio do Farense.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Ruben Alves

Para o meu filme A Gaiola Dourada consegui convencer o Pedro Miguel Pauleta a participar. Fiquei super feliz e o meu produtor estava histérico porque era grande fã. No dia de gravações com ele no Douro, toda a equipa francesa estava à espera do fim do dia ansiosa para ir pedir uma foto à “Águia dos Açores” do Paris Saint-Germain.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Cau

Estava no Campomaiorense com o Carlos Manuel e fomos jogar com o Rio Ave a Vila do Conde. Antes de irmos, uma semana antes, pedi se podia levar o meu carro. Como sou do Porto, sempre que íamos ao Norte pedia ao massagista, ao médico ou a alguém da Direcção do clube para me levar o carro. Eu ia juntamente com os meus colegas no autocarro e assim ficava com o carro para passar o

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Catarina Beato

Até aos meus 24 anos era muito assídua no Estádio de Alvalade. Ia sempre à bola ver o Sporting, comprava o bilhete anual e ia praticamente a todos os jogos. Quando fiquei grávida do Gonçalo continuei a ir ao estádio, apesar de as emoções serem mais difíceis de gerir e tinha sempre a sensação de que o bebé ia sair a qualquer momento.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Gil

Esta história é sobre o troféu que o Rui Costa tem na galeria e que metade é meu! Fomos a um torneio em Espanha com o Benfica, que ganhámos, e na atribuição dos troféus acabámos empatados com o mesmo número de golos, então a organização decidiu chamar-nos e entregou apenas um troféu. Eu e o Rui Costa olhámos um para o outro e decidimos descer as escadas do estádio e oferecer o troféu ao

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Valete

A história que eu tenho é sobre o Figo, 1995, creio eu, acho que é o último ano que ele faz no Sporting. Eu era um adolescente e naturalmente idolatrava o grande jogador do meu clube, que era o Luís Figo. Já via muito futebol naquela altura e duvido que em 1995 alguém tivesse jogado mais futebol que o Figo no mundo, duvido. Tinhas grandes jogadores nessa altura, um Romário, um Roberto Baggio,

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Guilherme Farinha

Em 1992, era seleccionador dos Sub-17 da Guiné-Bissau. Com essa selecção, ainda como Sub-16, fomos a Portugal para os primeiros Jogos dos Países de Língua Portuguesa e ganhámos à selecção portuguesa na final, no Estádio do Jamor, por 1-0, ao Carlos Queiroz, Nelo Vingada, Costa, etc., todo o staff dessa selecção que tinha sido campeã europeia.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Allen Halloween

Uma vez fui ver a bola. Era o jogo do título. Passado 18 ou 19 anos, não sei bem, o Sporting podia finalmente voltar a ser campeão nacional. O Sporting jogava fora contra… também não me lembro e não me apetece ir agora ao Google ou ligar a algum maluco, daqueles que decoram tudo sobre o futebol mas nem sabem quando é que os filhos fazem anos. Mas tá-se bem, também não interessa.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Edinho

Recordo um episódio com o Ivkovic num Vitória de Guimarães-Belenenses, no D. Afonso Henriques. O nosso treinador era o Jaime Pacheco e no Belenenses também jogava o Paulo Madeira, que tinha ido do Benfica para lá. O Ivkovic estava chateado porque achava que o árbitro estava “roubando” para a gente. Quando fomos para intervalo o Ivkovic veio ter comigo e disse-me:

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Pedro Chagas Freitas

Fui craque dos pelados, onde as feridas doem mais fundo e onde ninguém se atirava para o chão, durante mais de uma década. Quando jogava no Clube Caçadores das Taipas, ainda no escalão de juvenis, tinha como grande referência o gigante Fernando Redondo, mágico trinco (posição que eu ocupava na maioria das vezes) do Real Madrid e da selecção argentina. Procurava, como qualquer

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Nandinho

No Vitória de Guimarães, numa altura em que estávamos a lutar para não descer de divisão, o presidente e o treinador resolveram contratar o famoso bruxo Alexandrino. De vez em quando reuniamo-nos para ele dar lá as palestras dele e houve um dia em que juntou todos os convocados para esse jogo à volta de uma mesa, com a sala à média luz, tudo em silêncio e ele começa a passar

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

David Cristina

É fácil fazer pouco dos emigrantes por serem obcecados com tudo o que é português, desde o galo de Barcelos às tunas. É fácil achar esta saudade bacoca, sinónimo de falta de educação. Isto é, claro, até se passar vários anos fora de Portugal como emigrante. Aí chegamos à brilhante conclusão que nem doutorados escapam à doença que é a Selecção nacional para quem vive fora de Portugal.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

Xavier

Quando jogava no Feirense as coisas não me estavam a correr bem e em Janeiro surgiu a hipótese de ir para o Leixões. E acabei por ir, porque queria ter mais oportunidades para jogar. Na altura o Leixões não estava muito bem, estava em zona de descida, e logo na primeira semana, no último treino antes do jogo, estávamos a treinar bolas paradas e de repente vejo 30 ou 40 adeptos a descer as bancadas

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler

João Nuno Coelho

Tinha 6 anos. Acabara de entrar para a primeira classe na escola primária e ainda estava na fase de adaptação à nova realidade e aos colegas. Para mais, com as minhas botas ortopédicas (por causa do pé raso) e os meus óculos de lentes grossas não era uma escolha muito prometedora para os jogos de futebol no recreio.

Facebooktwittergoogle_pluslinkedinmail
Continue a ler