Prof. Neca

Começo a minha carreira de jogador no Gil Vicente, em 1966, como juvenil. Até hoje, não parei um ano. É o ano do primeiro Campeonato do Mundo de Portugal e no qual Eusébio brilha bem lá no alto. Isso para mim tornou-se uma referência importante. Passados 30 anos tive a felicidade de estar na equipa técnica do Benfica com o Eusébio. Foi de um facto um mito, um jogador fantástico e uma criatura de

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Nuno Bergonse

Confesso que nunca fui grande adepto de futebol. Como tal, nunca fui grande jogador. Estudei parte do meu percurso na escola do Lumiar, local esse onde morei muito tempo da minha vida. Na altura ainda existia o primeiro estádio José de Alvalade. Nessa época não havia o centro de formação de Alcochete, portanto os jogadores estudavam na escola do Lumiar e dormiam no estádio, quase como internos.

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Fernando Meira

Estive no Benfica durante um ano e meio e tive o azar de ser num período de instabilidade do clube. Fui contratado pelo Vale e Azevedo, depois tive o Vilarinho e acabei com o Luís Filipe Vieira, três presidentes num ano e meio. Fui contratado pelo Jupp Heynckes, tive o privilégio de ser treinado à posteriori pelo Mourinho e depois pelo Toni, que era o treinador da campanha do Vilarinho.

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Bruno Ferreira

Na época de 2016/17 chegou-me de Braga um simpático convite para ir animar o almoço convívio de Sportinguistas do Minho, organizado pelo Núcleo de Braga do SCP, onde haveria de discursar o Presidente do Clube, Bruno de Carvalho. Com presença confirmada estava também a atleta olímpica do Sporting Sara Moreira, que assistiria à entrega do Prémio Rugido Minhoto 2016. A apresentação

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Miguel Bruno

Isto aconteceu ao serviço da selecção de sub-18, na Albânia. Estávamos no meu quarto a jogar às cartas, éramos cerca de meia equipa, cabia lá tudo e mais alguma coisa. Entre cartas e brincadeiras, o Luís Miguel, como era mau perdedor, no final de um jogo atirou-se a mim como um maluco e eu, ao tentar defender-me, fugi de cima da cama para que ele não me apanhasse. Aí fiquei com metade do

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Catarina Camacho

A minha ligação ao futebol vem, agora me apercebo, desde pequena. O meu pai foi jogador do Marítimo, queria ter seguido essa carreira mas o pai dele não achou muita graça e acabou por se formar em Filosofia e Psiquiatria. Mas o bichinho do futebol falou mais alto e passou a jogar por lazer e a treinar algumas equipas. Eu era pequena e lembro-me de ir com ele para os treinos. Era a mascote

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Manuel Machado

Num percurso longo, numa carreira com mais de 30 anos ligado ao futebol, desde a formação, passando pelas divisões inferiores até quase 500 jogos de I Liga, tive uma única saída. E foi a única vez, também tem essa particularidade, de a ter feito pela mão de um agente. Todos os outros contratos que fiz foram feitos directamente com a administração dos clubes e os seus presidentes. Neste caso foi

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Vera Roquette

Sou orgulhosamente prima de José Roquette (somos muitos, os Roquettes!…), ex-presidente do Sporting, que é bisneto do seu fundador: José Alfredo Holtreman Roquette (Visconde de Alvalade). Como é que tudo começou? O filho pediu ao pai: “Dá-me um pedaço da quinta para formar um clube?” Sonhava com um grande clube. Que se cumpriu. Mais tarde, a quinta de família transformava-se no

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Quim

Com 18 anos era júnior do Braga mas já treinava com o plantel principal. Um dia, após mais um treino ao final de tarde, estava a sair do Estádio 1.º de Maio, como sempre fazia, e ao chegar ao meu carro fui abordado por um senhor com os seus aparentes vinte e poucos anos. Tinha uma pasta na mão e educadamente perguntou-me se tinha representante. Eu respondi-lhe que não. Então ele voltou a

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Sensi

Venho de uma família de músicos e já estive ao lado do Dave Grohl, de uma data de músicos e nós aguentamo-nos bem, mas há um ponto fraco, que são os jogadores da bola. Eu não fico assim tão à toa, mas o meu irmão, o Fred, fica um bocado, e o meu pai, o Kalú, fica mesmo nervoso. E isto aconteceu há muitos anos, na altura do Jardel no Porto. Estávamos no Porto, ao pé do estádio, e o

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Alex Bunbury

Como o tempo voa… já passaram quase vinte anos desde que joguei pela última vez pelo meu amado CS Marítimo, na bela ilha da Madeira. Os meus sete anos na ilha e as viagens para o continente a cada duas semanas são a experiência mais memorável da minha carreira futebolística.
Tive a felicidade de jogar com jogadores extremamente talentosos, treinadores especiais e os melhores

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Kapinha

Quando era miúdo, nos Infantis, jogava como federado no Colégio São João de Brito, que era onde eu andava. Entretanto fui treinar ao Sporting e fiquei. Na altura o futebol não tinha o glamour que tem hoje. Aliás, deixei de jogar porque o futebol não era muito bem visto, normalmente os jogadores da bola era malta que não se dava muito bem na escola, que não estudava, e a minha mãe queria que fosse doutor

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Neca

Quando fui para a Turquia, no meu primeiro estágio fiquei com um jogador turco. Para aí às cinco da manhã senti uma pessoa a andar no quarto e acordei um pouco assustado. Foi quando vi que ele tinha estendido o tapete para rezar. Eles têm umas horas marcadas para rezar e foi assim um pequeno choque para mim porque nunca me tinha acontecido. Foi uma coisa estranha. Depois o clube teve

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Humberto Bernardo

Em 1983, à beira de completar 11 anos, assisti à épica final da Taça UEFA com o Anderlecht. Até hoje, estou convencido que a minha história é tão única como a de qualquer outro adepto, dos 80 mil presentes.
O meu pai apresentou ao jornal “O Dia” a ideia de fazer um suplemento especial, que seria distribuído

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Frechaut

Esta situação passou-se num jogo entre o Benfica e o Braga. Estávamos com um resultado favorável, se não estávamos a ganhar pelo menos estávamos empatados e, nos minutos finais, já com as equipas cansadas, a nossa equipa sobe, estávamos a fazer um ataque contínuo, há uma recuperação de bola da parte do Benfica e a bola é metida nas costas do nosso lateral direito, que na altura era o Pedro

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Patrícia Vasconcelos

Toda a gente sabe que o meu pai é fanático por futebol e muitas vezes falam comigo como se eu estivesse sempre a par do que se passa no futebol.
Há uns anos, de manhã, saio de casa e uma pessoa cumprimentou-me. Trocámos umas palavras e disse-me: “E o seu pai? Como é que está?” Disse-lhe que estava bom e tal. Nisto mando uma

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Bobó

Quando jogava no Estrela da Amadora tinha um Autobianchi, um carro italiano, pequeno, que andava à brava. Mas se desse um murro na porta o vidro caía. O Barny viu-me fazer isso, deixou-me ir treinar e eu depois era sempre o último a sair do balneário. Eles saíram, foram para o carro, o Barny lá deu um murro e aquela merda desceu. Então desengataram o carro e mudaram-me o carro de lugar. Quando

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Vargas

Esta história passou-se uma semana após ter chegado ao Chipre. Ainda não estava inscrito mas acompanhei a equipa num jogo fora, a cerca de 150 km de Pafos, a nossa cidade. Encontrámo-nos todos no dia do jogo de manhã, seguimos para Limassol, onde iriamos almoçar num hotel, e depois seguir para Larnaca, onde se disputaria o jogo. Comigo na altura jogava outro português, o Bernardo

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João Quadros

Há uns 10 anos, estava em Roma com a minha ex-mulher num sítio meio bar meio restaurante, daqueles onde vais ver futebol, e estavam lá uns italianos numa mesa que começaram a olhar para mim. Passado um bocado, houve uns gajos que se levantaram e começaram “Pirlo, Pirlo” e eu não me descosi e lá assinei à minha maneira. Falei pouco, para não toparem que o meu italiano era uma

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Litos

Esta história passou-se quando o Sporting jogou contra o Barcelona na Taça UEFA de 1986/87. Tínhamos perdido 1-0 fora, contra uma equipa muito forte, quase toda ela da selecção espanhola, e tínhamos boas perspectivas de seguir em frente porque também tínhamos uma boa equipa.
O Mário Jorge, o meu cunhado, estava a negociar a compra de um Peugeot 205 GTI e o prémio para

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